Comentário de Carlos Luanda
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá amigo.
Faz já algum tempo que não tinha o prazer de seguir estas publicações tão bem elaboradas.
Como sempre, construidos em versão de voz viva por alguém, V. Exa., que tem o dom e o conhecimento sobre a alma que há nos sons que se cantam em
palavras, e que explora nesta fina arte do dizer, o valor sublime das pausas. É uma maravilha ouvir este espaço.
Não me canso de dar os parabéns.
Foi uma surpresa ouvir trabalhos tão bons de gente tão jovem.
Sabe?
Gosto de ouvir as produções que faz em completo silencio e de mente tanto
quanto possivel a navegar sem terra à vista, ao sabor do vento e das
correntes invisiveis. Vou para onde as palavras me levam sem esperar chegada ou porto seguro. Antes pelo contrário; espero nestes momentos de descanso
encontrar o desassossego, descobrir que há sempre razões para acreditar que
há um outro mundo que gira ao contrário e onde o tempo não se rege pela
escravidão certa dos dias e anos, minutos e segundos.
Muitos parabéns mais uma vez, Luis.
Carlos Luanda.
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luis,
Acho que tanto o Bruno Pereira como o João Bonito escrevem bem, sobretudo escrevem com alma.
E ao ouvir os seus poemas e textos fiquei com a noção que ambos têm, pelo menos, um ponto comum: a da procura.
O Bruno procura, pareceu-me, o esmero, o engrandecimento na escrita, é ávido na procura de escrever mais e melhor, quer crescer rapidamente… e isto é bom, mesmo com os óbvios precalços de percurso.
O João procura, pareceu-me, o sossego pela escrita. É na escrita que se liberta de algum peso emocional e sentimental, e vai consegui-lo por certo desde que continue a gostar de escrever e deixar sair do seu íntimo o que o incomoda.
Mais uma vez gostei muito de o ouvir Luis!
Fique bem e abraços.
Carlos Reis
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Luís, não fazia ideia que tivesse essa voz belíssima e ainda menos tais qualidades de actor! Se achei o texto da Teresa Rita Lopes um espanto, a sua interpretação veio dar-lhe ainda mais valor. Fico feliz por ter proporcionado, de certo modo, essa partilha de prazer e, por outro lado, recebi a inesperada resposta não só da Teresa Rita Lopes – que apenas conheço das suas obras sobre Pessoa, cuja paixão partilhamos e que também “propaguei” aos meus alunos – mas também o seu e-mail e a sua simpatia. Sinto-me bem por ter levado o conhecimento deste texto a muita gente, como o jornalista Fernando Cruz Gomes, do Canadá, que pediu autorização à autora para o publicar. A partilha do espírito e da inteligência dos outros, sobretudo na escrita, o milagre das palavras é o meu maior tesouro.
Deana Barroqueiro
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luis,
Deixe-me começar por agradecer-lhe por ter lido os meus simples poemas, são coisas escritas na altura em que me sento à frente do computador, nunca tenho nada escrito, talvez só impressões na cabeça nada mais.
O que mais me impressiona em si é apanhar as “intuições” das palavras, das frases, como se já as conhecesse. As entoações, os ênfases variados parecem adivinhar o que quis dizer, fico maravilhado e surpreendido com a sua intuição!
Admiro bastante a sua seriedade e competência com que pega em textos de outros e faz deles seus… absorve por intuição e experiência o que lhe chega, e depois devolve-os mais ricos, mais empolgantes na sua voz.
Grande abraço de reconhecimento.
Carlos Reis
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luís Gaspar:
Como não consigo contactá-lo no seu blog, aqui vão umas palavrinhas:
Antes de mais, quero agradecer-lhe pelo cuidado e saber com que tratou as minhas palavras. Ouvi-las (e tão bem ditas) é uma sensação fora do comum.
Quero também agradecer-lhe o epíteto de “poeta” com que me brindou; no entanto, não me sinto mereceder de tal designação; sou apenas um escriba que se vai expressando como pode.
O meu blog contrinua à sua disposição. Receba um grande abraço de amizade e agradecimento.
Joaquim Gil
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Prezado Senhor Luís Gaspar
(…)
Vou divulgar sua página e seu belíssimo trabalho em um importante portal italiano, onde escrevo sobre língua portuguesa:
http://guide.dada.net/portoghese/
Que Deus abençoe o senhor e a sua voz!
Sarah
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís Gaspar
Acabei de ouvir emocionada, o Palavras de Ouro 77, dedicado ao Poeta António Ramos Rosa, poeta que ao longo da minha vida aprendi a respeitar e amar.
E reportando-me às palavras de Teresa Sá Couto, que também referes no teu programa, sobre Ramos Rosa:
“Um dos grandes encantamentos da sua poesia está no “olhar original”, inocente, sem uma pré reflexão, com que olha as coisas, o que lhe permite o júbilo constante da descoberta. Esta postura fê-lo aproximar-se da filosofia oriental do Budismo Zen. Dá-nos o exemplo de um momento de alegria quando, um dia, observou “pela primeira vez” uma formiga no seu percurso sobra a folha branca, na qual escrevia.
Outro dos seus grandes ensinamentos é levar a ouvir-nos o que o silêncio, na sua textura secreta, nos pode dizer. Os silêncios falam e podemos ouvi-los na sua linguagem poética.”
É sempre naquele silêncio melodioso, que ouço a forma como consegues imprimir, a cada poema que lês, dando-lhe a interpretação certa, onde num todo se torna Poesia… enchendo-me a alma de significados.
Uma última palavra para dizer-te, como me honra e igualmente emociona, teres escolhido poemas meus, para fazerem parte das Palavras d’Ouro da Truca, enchendo-me de um caloroso orgulho, por me encontrar no meio de verdadeiras Estrelas!
E porque de Poesia falamos, permite-me que te deixe um poema de Ramos Rosa, de que gosto muito:
“O sentido não está em parte alguma.
É como um lábio truncado
ou como a música de um planeta distante.
Raramente é um palácio ou uma planície,
o diamante de um voo ou o coração da chuva.
Por vezes é o zumbido de uma abelha, uma presença pequena
e o dia é fogo sobre a corola do mar.
Ele bebe a violência e a obscuridade
e nas suas margens está o olvido e o caos.
Os seus caprichos contêm toda a distância do silêncio
e todo o fulgor do desejo. Com desesperada música
estala por vezes sob a máscara do tempo.
Com as cinzas de água cria as lâmpadas de sombra
e de um lado é um deserto e do outro uma cascata.
Pode-se percorrê-lo algumas vezes como o espectro solar
ou senti-lo como um grito em farrapos ou uma porta condenada.
Muitas vezes os seus nomes não são nomes
ou são feridas, paredes surdas, finas lâminas,
minúsculas raízes, cães de sombra, ossos de lua.
Todavia, é sempre o amante desejado
que o poeta procura nos seus obscuros redemoinhos.”
(“O Sentido” Poema de António Ramos Rosa in “Acordes”- Antologia Poética, 2001)
Um abraço carinhoso e sempre grata, por merecermos toda a partilha que nos ofereces tão altruistamente
Otília Martel (Menina Marota)
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Amigo Luís Gaspar, escrevi um momento, depois de te ouvir dizer poesia, como disse a emoção foi grande e senti uma partilha por inteiro, com a sua grande sensibilidade de saber dizer
hoje postei o momento,
escrevi para ti, espero que não fiques aborrecido
o momento
escutei a tua voz, dentro da melodia
chegou transparente, agarrada à emoção
foi arte pendida num mistério precioso
golfada fresca num trabalho de beleza
foi matéria atenta,
júbilo inesquecível.
potência da razão resplandecente
veio abraçada às palavras,
ritmada, pausada,
foi símbolo delicado que fez luz,
loucura desabrochada de esplendor
viajou triunfante nos textos
sem medos, onde a música se fundiu
até à dilatação no éter do fascínio
irrompeu ramificada
na inocência dos sentires.
debruçou-se inundada
sobre o leve peso dos sonhos,
reclamou à sabedoria
a teia dos gestos etéreos
foi profunda, misteriosa, tocante..
a tua voz vibrou
fez crescer a palavra dita!
l.maltez
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís:
Peço desculpa por não ter respondido na hora. Tal como te tinha dito, preferia comentar com algum distanciamento. Não sei como terá sido para o comum ouvinte ouvir a minha recriação da história da Bela Adormecida, mas para mim, e para a mulher que amo, a Carla Cristiana, foi uma experiência deveras comovente. Ora, tal como te tinha dito, é inevitável que a vaidade de me ouvir assim dito me cegue um pouco a capacidade crítica. Não consigo, de facto, apontar falhas ao modo dinâmico com que conseguiste tornar os espaços tão reais e quase transitáveis, a abjecção tão abjecta e a redenção tão luminosa. Enquanto te escrevia estas palavras, já tinha lido as que te foram enviadas pelo Joaquim Alves, a quem agradeço profundamente tão amáveis palavras. Quanto aos dois poemas, muito diferentes na forma e no conteúdo, bem representativos de um autor versátil, que bem conhece o musgo e as tempestades, receberam de ti, novamente, a adequada adaptação no modo de dizer e de dialogar com as palavras. Parabéns por um programa que muito me honra ter a minha participação… Só não concordo com uma coisa: que é isso de ainda não termos chegado às estrelas? Já chegámos, sim… E mais além, até. Obrigado por tudo,
Abraço,
Manuel Anastácio
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Luis!
Aqui é o Paulo Brabo do sáite Bacia das Almas, amigo do Manuel Anastácio. Estou escrevendo para parabenizá-lo pelo excelente trabalho no Estúdio Raposa, e na interpretação dO Homem Ideal das Lendas dos Judeus. Obrigado também por redirecionar seus leitores/ouvintes para a Bacia; espero poder em breve retribuir a gentileza.
Abraço forte do Brasil,
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís
Quero, antes do mais, dar-lhe os parabéns pelo amor, seriedade e profissionalismo que dedica ao seu trabalho, e à excelência do mesmo.
Em segundo lugar (mas não menos importante) congratulo-o pela partilha e generosidade para com os outros, revelando os trabalhos de desconhecidos artesãos da palavra, como foi o meu caso, neste Lugar aos Outros 35.
Fico-lhe grata pela sua gentileza ao declamar dois poemas meus, de uma forma única, os quais, pela sua voz, ficaram grandemente enriquecidos.
Helena Domingues
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luís
Espero que esteja melhor.
Adorei a declamação dos poemas.
Quando ouvi o “Sem Tempo” um arrepio fininho
invadiu-me. É um dos tais poemas jorrados num tempo sem tempo,
espontâneo e que muito me diz.
Resultado: Uma bela noite com um sonho lindo. 🙂
Obrigado por tudo, e fica, desde já nomeado o meu cavaleiro ledor oficial.
Lol
Um bjinho grande com muita amizade e uma flor
Fátima (Amita)
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
bom dia, luís gaspar
muito obrigada pelo seu mail
acabei de ouvir e foi muito bom
é a primeira vez que “me ouço” desta forma
não sei realmente como lhe agradecer
se me disser a sua morada
envio-lhe algumas palavras por correio
seria para mim uma honra e um alívio
aceite um beijinho emocionado
alice
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Fiquei sem palavras….
Adorei ter-te ouvido declamar o que escrevi!! Uma sensação que não sei
explicar. Gostaria de te poder abraçar e dizer o que não consigo agora.
Um presente de Natal que me ofereceste que simboliza a Amizade que pode
existir nas pessoas que nem se conhecem. Faz-me acreditar em tudo de bom!!
Vou colocar um pequeno texto no meu blog para quem quiser ouvir-te.
Uma delícia, Luís.
Muito, muito obrigada.
Muitos beijos meus.
Paula.
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís Gaspar
O meu caloroso agradecimento por mais esta Noite de Poesia, onde uma vez mais, me emocionei a ouvi-te, neste momento dedicado à poesia no feminino.
Já não é segredo para ninguém, a admiração que por ti tenho, pelo muito que fazes em prol da Poesia e ainda, por todos aqueles, como nas suas próprias palavras costumas dizer “ … de quem ainda não chegou às estrelas…”
A vibração que imprimes a cada poema, a sensibilidade nas escolhas, tornam para mim, cada vez mais especial ouvir o teu programa. As escolhas de hoje, e porque conheço as palavras das autoras, foram magnificas.
Dares Voz, aos autores que como Poesia Portuguesa publico naquela página, é um verdadeiro ORGULHO para mim e pelo projecto que acalento com tanto carinho.
É verdadeiramente emocionada que ouço sempre, a minha poesia dita por ti. E sentir que para lá das palavras, alguém comunga o gosto de me ler. OBRIGADA.
Sem querer abusar e como já ouvi referir mais do que uma vez nos programas anteriores, pedia-te o favor de me enviares os linkes da gravação dos meus poemas, para posterior publicação.
Um Abraço do tamanho do Mundo
Otília Martel (Menina Marota)
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Querido Luís:
Desculpe a intimidade do “querido” mas, de facto, é assim que o sinto.
Mesmo sem o conhecer, passei a nutrir por si uma ternura enorme. Nunca vi os seus olhos, a sua boca, o seu sorriso. Ouvi a sua voz doce, quente, sensual.
Senti a sensibilidade que deixa transparecer enquanto recita os poemas.
Acarinha-os como se fossem seus…
Dizer que adorei ouvir as minhas palavras na sua voz é muito pouco…
Obviamente que me senti “pequenina” no meio daquelas fantásticas poetisas
mas, como disse hoje à menina_marota, sou apenas uma arrumadora de palavras.
Palavras simples para serem entendidas e apreciadas pelos “alunos-meninos” a
quem as leio.
Fiquei comovida com a ternura com que me apresentou, mesmo sem ter qualquer dado biográfico enviado por mim.
Chorei ao ouvir “Saudade”… poema escrito em tom de desabafo, num dia em
que se tornou insuportável conviver com a ideia da perda irreparável do meu
pai que me “deixou” há 4 meses…
Ainda que fosse só para viver o momento que ontem me proporcionou, valeu a pena, há 2 meses, ter criado o meu blog.
Obrigada,
Bem-haja!
Maria Silva
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Meu Caro Luis, Foi com lágrimas nos olhos que ouvi os meus poemas tão bem declamados, a sua voz dá luz às parcas palavras que escrevi. Fiquei deveras emocionada! O meu obrigado por tanta gentileza sua. Quando acontecer mais poesia da {{coral}} quero ouvir.
Mais uma vez obrigado pela divulgação das minhas palavras
Um beijo
Teresa
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Permita que aproveite a distinção de chamar-me caro e retribui-la, pois se
alguém tal titulo ou qualidade merece é certamente o amigo que com tal
estatuto me presenteia
Ouvi deliciado a leitura dos poemas entre os quais os meus, e devo confessar
que fiquei surpreendido pela forma como lê e interpreta as palavras.
O senhor é uma maravilha. Duma sensibilidade e ternura no dizer que me
comove.
Obrigado por ter lido os meus dois modestos trabalhos e ter com a sua
interpretação dado um brilho que de outra forma certamente não teriam.
Obrigado e parabéns por este espaço onde prima o esmero e bom gosto.
Um abraço.
Carlos
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís Gaspar
Não tenho palavras para agradecer o empréstimo da voz e do dom que o reveste, na leitura dos meus simples poemas.
Nunca tinha escutado poemas meus declamados por outros que não eu e… fui acometido por uma enorme emoção e ansiedade durante a leitura. O acto de escrever, é um acto solitário. Escrever poesia é o cúmulo da solidão.
Nem sempre o que se escreve ou como se escreve, consegue ser totalmente absorvido ou compreendido pelo publico alvo.
Estava por demais expectante para escutar as minhas palavras proferidas por alguém alheio à pessoa do autor. Se as pausas, a entoação, o andamento, o próprio sentimento, seriam compreendidas e colocadas no devido lugar.
Posso concluir que esse receio era infundado. Não só o amigo, declamou sublimamente, como incorporou o autor por momentos.
Esse foi o prémio sublime que muito me honra. Sentir na sua voz, o meu sentimento.
Repito-me, não tenho palavras para agradecer este momento que denodadamente proporcionou.
Abraço
Luís Monteiro da Cunha
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Quero expressar a minha felicidade pelo seu empenho e dizer versos meus – os escolhidos são muito do meu agrado, mesmo muito e são ouvidos de uma maneira que só os valoriza!
grato
serão versos com certeza a constar do livro que ameaço publicar há algum tempo…mas que vai sendo adiado por inércia!
agradecido
carlos peres feio
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Luís,
Fico muito grata pela sua excelente leitura dos meus textos com que sobremaneira os valorizou. Eu também digo poesia, quando a oportunidade surge e achei estupenda a sua ideia do audioblog . É que, pela oralidade, consegue-se cativar para a poesia um público que, pela leitura silenciosa, dificilmente a ela chegaria. O acompanhamento musical é igualmente precioso, como que o sublinhar da natureza necessariamente musical do texto poético. Desejo-lhe muitas felicidades para esta sua tarefa e, no que eu puder, poderá contar sempre comigo. Pela Poesia, sempre!
Um abraço.
Licínia
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Soberbo, caro amigo, magnífica escolha para ser radiodifundida. As duas vozes estão mesmo a matar. Parabéns pela triagem! Fartei-me de rir, apesar da seriedade do escrito, que acaba por ser alegre e triste em simultâneo. Excelentes textos, voz magnífica!
Henrique Sousa
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Acabei de ouvir o Lugar aos outros 25. Uma delícia qualquer dos textos. Mesmo o de Alberto Machado, que, tirando uma ou outra alusão a uma outra figura ligada à publicidade é perfeitamente entendível para um leigo como eu (que mesmo assim consegui estar de acordo com a excelência das pernas da Vera Nobre da Costa – que Deus nosso Senhor lhas conserve). Em suma, gostei dos três textos, muito especialmente do do Pedro Aniceto que, não sendo a melhor estória é a que, para mim, tem uma escrita mais de lamber os beiços.
Abr.
A. Melenas
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís
A sua versão está excelente. O poema até ficou melhor tal como o disse. O meu muito obrigado. Aliás, pelo que já tinha ouvido noutros trabalhos, não seria de esperar outra coisa.
Mais uma vez, parabéns pelo seu audioblogue.
Um abraço
Nilson Barcelli
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Caro Luís Gaspar,
Fiz a audição do meu conto, a qual me agradou imenso e excedeu mesmo as minhas expectativas. Torna-se difícil encontrar palavras que descrevam a admiração que tenho pela extrema qualidade técnica que é colocada em cada trabalho, em cada emissão.
Este projecto “Lugar aos Outros” foi sem dúvida uma magnífica ideia, que me tem dado a ouvir prosas e poesias belíssimas. Tornou-se uma referência incontornável. Todos os dias abro o iTunes e verifico se houve alguma actualização, para a fruir no remanso do meu lar (eu e o gato… 🙂 )
Somos de facto um país de poetas. A poesia da alma lusa sente-se mesmo naqueles que escrevem em prosa.
Não posso contudo, e espero que não me leve a mal, que faça notar que na leitura do meu conto houve algumas pequenas falhas. Na generalidade, algumas trocas de palavras, outras que se evaporaram e plurais onde estes não existiam, que não têm nada de grave e não amputaram o texto do seu sentido original. São coisas que acontecem e, como eu costumava ouvir dizer em tempos, “Só não acontece a quem não trabalha”.
Em rigor, algumas até o melhoraram… 🙂
Apenas um ou dois casos alteram um tanto ou quanto o sentido do texto original.
Nada disto diminui, é claro, o brilhantismo da sua magnífica locução, que dá ao texto um colorido, um ritmo e uma vivacidade que julgo que ele não tinha.
Desejos da continuação de um óptimo trabalho e uma boa semana!
Abraços,
josé antónio.
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luís, bom dia!
Gostava muito de lhe agradecer (embora tarde porque estive de férias) a surpresa que vocês tiveram a gentileza de me oferecer através do Estúdio Raposa, devo dizer também que ADOREI a música que escolheu para declamar os meus poemas.
A verdade é que fiquei super, hiper, mega (como está na moda dizer de acordo com a minha filha …) orgulhosa por ver pela primeira vez uma coisa minha sair da gaveta. E também para ser sincera só mostrei ao meu marido, que nem queria acreditar que “aquilo” tinha sido escrito por mim… foi como se ele se apercebesse do meu outro lado, que eu ainda não consigo mostrar a mais ninguém, porque na verdade quem me conhece nunca diria que essas linhas foram escritas por mim… de qualquer modo todos nós temos “lados” íntimos que todos desconhecem porque não mostramos, não é verdade?
Bom, muito, muito obrigada uma vez mais! E quando tiver mais novidades mostro à …
Beijinhos,
(M. Andrews)
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Muito bem ao dizeres que “Mau Tempo….” é uma das obras primas da literatura portuguesa.
Para mim, depois do “Os Maias”, é o melhor que se escreveu em termos de romance.
A tua leitura está magnifica. Tem um espírito de narrativa muito bem colado ao texto.
Não me canso de te dar os meus parabéns. Cada vez estás melhor.
A Malta jovem, os putos doutores, gostarão desta tão fresca a lúcida descrição? Deste tão rico vocabulário? Desta tão escorreita imagem dos sentimentos de cada personagem? (… seu braço direito junto do pai inválido…).
Que beleza!
Aos minutos 16,45 tu dizes: “D. Catarina entorpecida na dobra do cachiné e na fundura da poltrona…”
Ou é tua gralha ou é gralha da edição. Esse lenço chama-se cachené, ou seja,
não tem I mas e. Talvez tenha o mesmo significado mas, neste caso será Cachine, não sendo este último e acentuado. Ou então o cachené é, nos Açores, cachiné.
Mas não importa, está uma maravilha.
Luís Pinto
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Meu caro Luís
Em primeiro lugar eu é que agradeço (e muito) a honra de mais uma vez ver um texto meu lido e interpretado através da tua voz, sobre a qual julgo ocioso e supérfluo tecer qualquer comentário
Em segundo lugar direi que gostei também dos outros textos – a estória do Pedro Aniceto é uma delícia e quando à leitura do meu (sobre o qual recaiu obviamente a minha maior atenção) digo-te interpretaste exactamente o espírito do texto. Deste-lhe, sem qualquer falha, o tom que eu esperaria de cada uma das frases. Excelente! Foi um enorme prazer, ouvir-me através da tua voz. Foi, quanto a mim, a melhor leitura que fizeste dos meus textos
Muito Obrigado
A. Gouveia
16.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luís Gaspar,
Caro amigo, ouvi e gostei bastante a leitura e a forma como «apanhou» o ritmo
do meu “Rio Traído”… vê-se que é um homem experimentado nestas leituras…
a voz é bem timbrada, as entoações, a fluidez e ritmo foi bem interpretado…
parabéns então!
E obrigado por me terem descoberto!
Abraços.
Carlos Reis
14.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luis Gaspar,
Caro amigo, ouvi e gostei bastante a leitura e a forma como «apanhou» o ritmo
do meu “Rio Traído”… vê-se que é um homem experimentado nestas leituras…
a voz é bem timbrada, as entoações, a fluidez e ritmo foi bem interpretado…
parabéns então!
E obrigado por me terem descoberto!
Abraços.
Carlos Reis