Rui Diniz – “Minhau”
18.11.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
18.11.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
Uma brincadeira com um poema de Rui Diniz declamado por Luís Gaspar, com uma notável interpretação da gata Maria e produzida, (a brincadeira) pelo Estúdio Raposa.
27.08.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
O poema que os meninos e meninas declamavam nas festas de família! É mais do que isso.
Produção do Estúdio Raposa e declamação de Luís Gaspar.
12.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
Um curto e simples poema de Miguel Torga que é “toda uma filosofia de vida”.
08.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
De todos os poemas que já coloquei em imagens, este “Adeus” de Eugénio de Andrade”, é dos mais conhecidos. E dos que mais duramente falam de amores acabados.
Ilustram as palavras de Eugénio de Andrade, imagens recolhidas nos jardins da Fundação Gulbenkian nos pequenos lagos que, cobertos de Outono, refletem, como autênticos espelhos o que lhes fica por cima.
29.04.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
“Seria insensato, embora não inteiramente falso, dizer que António Gedeão nunca existiu. Na verdade, este pseudónimo, adoptado pelo professor e historiador de Ciências Físico-Químicas, nascido em 1906, em Lisboa, Portugal, tem levado uma existência própria da sua identidade paralela de carne e osso Rómulo de Carvalho. Privado e prolífero: Gedeão, i.e. a sombra chamada Gedeão, que orficamente descende de mundos subterrâneos de pensamentos e sentimentos inacessíveis a Rómulo de Carvalho, publicou a sua primeira obra de poesia,, em 1956, quando Rómulo de Carvalho contava já com 50 anos de idade. Publicou, até à data, seis livros, o mais recente dos quais, Novos Poemas Póstumos, lançado em 1990. Fiel à sua natureza de personalidade sombria do professor e historiador, que em 1987 foi granjeado com a Medalha de Grande Oficial da Ordem de Instrução Pública pelo governo português, Gedeão é mestre da contenção e das transparências decepcionantes da expressão.”
Christopher Auretta -Uma introdução à poesia de António Gedeão
22.04.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
Alberto Caeiro, um dos mais conhecidos heterónimos de Fernando Pessoa, apresenta-se como um simples “guardador de rebanhos”, que só se importa em ver de forma objectiva e natural a realidade, com a qual contacta a todo o momento. Daí o seu desejo de integração e de comunhão com a natureza.
“Nasceu em Lisboa, mas viveu quase toda a sua vida no campo. Não teve profissão, nem educação quase alguma, só instrução primária; morreram-lhe cedo o pai e a mãe, e deixou-se ficar em casa, vivendo de uns pequenos rendimentos. Vivia com uma tia velha, tia avó. Morreu tuberculoso.”
Um poema de Alberto Caeiro, “Quando chegar a Primavera”.
Se deseja ler o texto ou copia-lo, clique AQUI.
31.03.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
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Poetisa do Amor Sáfico que só recentemente tem a sua poesia colocada no alto patamar que a sua qualidade merece.
Este vídeo é já conhecido de muitos ouvintes por ter feito parte do lote de trabalhos de teste.
Pode ouvir um programa “Poesia Erótica” com trabalhos de Judith Teixeira AQUI
30.03.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar
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Eis é o vídeo que inaugura esta nova categoria, “Ver Poesia”, do Estúdio Raposa,
Este, como alguns dos que se seguirão já são conhecidos de muitos ouvintes porque foram sendo disponibilizados como testes deste espaço.
Brevemente, retomarei a produção de novos vídeos. Há que dar tempo ao tempo dado que, felizmente, não tenho de cumprir “contratos”.
Ficaria muito agradecido que me fossem dando a vossa opinião.
Podem fazê-lo para: luisgaspar@estudioraposa.com