História 50 – Pedro Preguiça
06.06.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
06.06.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Vamos ouvir uma história que se chama Pedro Preguiça e que conta a história do Pedro, preguiçoso. Mas a história vai acabar em bem como acontece com todas as historias. O príncipe casa sempre com a princesa mas nós gostamos sempre de as ouvir, não é? Então, vamos lá.
Se quer acompanhar a audição da história lendo-a ou obter o texto mais tarde vá AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
28.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Esta história tem um nome muito engraçado: berliques-berloques. Vamos ouvi-la e ficamos a saber o que é isto de berliques-berloques. Foi recolhida por Xavier Ataíde de Oliveira.
Se queres ler a história enquanto a ouves, clica AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
24.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Neste programa vamos ouvir uma uma lenda judia e três sonetos de Natália Correia.
Se deseja acompanhar a leitura com o texto ou copiá-lo posteriormente, clique AQUI.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
22.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Palavras 128 – “História Trágico-Marítima
Talvez um pouco longo o texto; quase 25 minutos é obra!
Mas ouve-se com agrado porque a introdução de ruídos relacionados com
o ambiente marítimo (ondas do mar, gaivotas, etc.), proporcionam um
aceitável ambiente.
Segui a leitura pelo texto que adicionas e julgo que não o voltarei a
fazer, porque;
1º – Algumas gralhas na leitura (ou no texto) distraem.
2º – A leitura deste teu ouvinte “dessincroniza” com a tua, ou seja:
li a prosa de uma maneira completamente diferente daquela que é lida
por ti. Para te “acompanhar” é necessário fazer compassos de espera e,
por isto,…
3º – … A concentração entre o que se ouve e o que lê acaba por tirar
o prazer de se “sentir” a prosa do século XVI.
Aceita um abraço.
Luís Pinto
22.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Vamos, hoje, ouvir uma história tradicional recolhida por Xavier Ataíde de Oliveira e que nos conta as amizades entre um rapaz e uma aranha.
Se queres seguir o texto do programa enquanto ouves a história clica AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
17.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
O 4º programa deste espaço do Estúdio Raposa tinha por título “50 poemas – parte I” e era constituído por 25 de 50 (daí o título) poemas de amor recitados, segundo a lenda, por Bilhana, no sec XI d.C, enquanto subia os 50 degraus que o levavam ao cadafalso.
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
16.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Escreve Luís de Camões nos “Lusíadas”:
Sabe que quantas naus esta viagem,
que tu fazes, fizerem, de atrevidas,
inimiga terão esta paragem,
com ventos e tormenta desmedidas
Se deseja ler o texto do programa ao mesmo tempo que o ouve, clique AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
15.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
A história que vamos ouvir é mais lenda do que história. Ou melhor, é mesmo uma lenda.
Foi recolhida por Fernanda Frazão e publicada na bela edição dos Amigos do Livro,
intitulada Lendas Portuguesas. O nome da lenda: O Poço do Vaz Varela.
Se quer ler o texto da a história enquanto a ouve clique
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
09.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
A escritora Deana Barroqueiro é uma repetente neste espaço do Estúdio Raposa, muito devido ao facto de dois dos seus livros terem por títulos “Contos Eróticos do Velho Testamento” e “Novos Contos Eróticos do Velho Testamento”. E pelos títulos…está tudo dito. Da segunda obra retiro para o programa de hoje um excerto do capítulo intitulado “As Núpcias de Asmodeu”.
Se quiser ler o texto deste programa enquanto o ouve, ou mais tarde, clique AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
06.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
A história que vamos ouvir hoje fez-me lembrar outra que todos conhecemos,
chamada “A Branca de Neve e os Sete Anões”. Mas não é igual.
Chama-se “A Rainha orgulhosa” que era mesmo uma grande malvada.
Até queria matar a filha, imaginem! Vamos à história. Ah, uma outra coisa.
Às vezes faço umas alterações nas histórias para não chocar os vossos pais
que não gostam que vocês ouçam algumas das histórias tradicionais.
Mas a partir de agora vou lê-las como aparecem nos livros e os papás
e as mamãs que decidam se vocês devem ouvir ou não, as histórias.
Se quiserem ler a história enquanto a ouvem cliquem AQUI.
Se derem por umas diferençazinhas, não liguem.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
01.05.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Se procurar, na Internet, por “A Balada da Praia dos Cães” entre outras referências, encontrará o seguinte texto:
Até hoje, a “Balada da Praia dos Cães” é o título que na obra de José Cardoso Pires mais sucesso conheceu, dado que em cinco anos foi reeditado treze vezes, ganhou o “Grande Prémio de Romance e Novela” atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, foi levado aos “écrans” por José Fonseca e Costa, traduzido nas principais línguas europeias e foi seleccionado pelo Sunday Times entre os melhores romances estrangeiros publicados na Grã-Bretanha em 1986.
Se quiser ler o texto do programa ao mesmo tempo que o ouve, clique AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
30.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Hoje vamos escutar uma história que até já ouvimos, mas com outras palavras.
A de hoje tem mais aventuras e fui encontrá-la no livro de Xavier Ataíde de Oliveira
intitulado “Contos tradicionais do Algarve”, editado pela Vega.
Então, vamos lá à história do Toiro Azul que é este o título da história.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
30.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
(transcrito de carta postal)
Meu bom amigo:
Bem-haja, do coração, pela belíssima surpresa com a qual me quis brindar.
Com as minhas palavras de muito sincero agradecimento, faço seguir (em pequena embalagem)
mais algumas lembranças para o meu bom amigo ler e guardar.
Em oportunidade futura lhe darei (fisicamente) um forte abraço.
E sou o amigo ao dispor, e agadecido,
António Salvado
27.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Sou fã do seu estúdio, apesar de já não o frequentar há uns dias. Contudo permita-me perguntar-lhe qual o objectivo seu em juntar contos
infantis com poesia erótica num mesmo espaço. Não me parece que o público-alvo seja o mesmo, além de que torna o espaço um pouco mais
vulgar. Não seria melhor dois espaços separados? Estou mesmo a ver as criancinhas a escolherem uma história para ouvir e depararem com O
crime do Padre Amaro…
Peço desculpa pela minha questão.
Judite Lopes
27.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Sou fã do seu estúdio, apesar de já não o frequentar há uns dias. Contudo permita-me perguntar-lhe qual o objectivo seu em juntar contos infantis com poesia erótica num mesmo espaço. Não me parece que o público-alvo seja o mesmo, além de que torna o espaço um pouco mais vulgar. Não seria melhor dois espaços separados? Estou mesmo a ver as criancinhas a escolherem uma história para ouvir e depararem com O crime do Padre Amaro…
Peço desculpa pela minha questão.
Judite Lopes
25.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
As palavras de ouro do programa de hoje, fui buscá-las a 4 livros oferecidos pelo autor, António Salvado, ao Estúdio Raposa, entre os mais de 80 que já publicou.
Se quer acompanhar o texto do programa enquanto o ouve ou posteriormente clique AQUI
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
23.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Senhor Luís Gaspar
Acabei de ouvir a engraçada história “O Velho Querecas” – História 044 – como sempre, muito bem lida e interpretada.
Depois do indicativo do programa ouve-se em fundo uma música muito interessante que não consegui identificar mas perfeitamente integrada no enredo da narrativa.
Faz-me o favor de me dizer qual o compositor ou o álbum onde a descobriu?
Um grande abraço.
Pedro Rodrigues
22.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Vamos hoje ouvir uma história que se conta há muito, muito tempo no
Algarve e que é precisa muita atenção para a perceber.
Às vezes, as histórias, têm destas coisas.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
19.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Luis
Neste teu Estúdio Raposa aprendo e sinto as palavras da alma e do corpo, de homens que escrevem tão belo como Casimiro de Brito.
Preenchem o imaginário lúdico e erótico, de uma simples mulher, cuja vida não fez que imaginasse existir tanta poesia por parte de um homem.
Obrigada, Casimiro de Brito, se existes no real para uma mulher como o expressas.
Obrigada Luis Gaspar pela magia com que “cantas”, como teu, o amor dos outros.
Lena T.
19.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
O programa de hoje vai contar com palavras de ouro de Almeida Faria, actualmente, professor de Filosofia na Universidade Nova de Lisboa.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
19.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
A história repete-se. Mais uma vez constata-se o que o peso do valor acrescentado de uma boa interpretação pode enriquecer um texto humilde.
O que escrevi, salvaguardado pelo título de “Paráfrase…” para que se desculpe a mutilação dum poema magnífico, tornou-se numa obra singular tão suavemente recitada ela foi.
O “Cântico dos Cânticos” bem merece ser lido assim. Trata-se de facto dum texto extremamente belo, muito embora não divino.
As divindades existem porque o homem as cria.
Talvez vás nesse caminho mas não abuses da candura.
Podes ser convidado para coralista gregoriano.
Luís Pinto
16.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Vamos ouvir uma história que fui buscar ao livro “Contos Tradicionais do Algarve”
de Xavier Ataíde de Oliveira.
Conta-nos as aventuras de um príncipe apaixonado por uma princesa da Hungria.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
16.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Vamos ouvir, neste programa, uma pequena selecção de poemas eróticos, feita por Casimiro de Brito, da sua obra poética.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
12.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Luísa Costa Gomes é a escritora que nos vai emprestar as suas palavras para conseguir o brilho deste programa.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
11.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Só com essa voz, e com a capacidade que tem de interpretação se consegue dar o ênfase que deu aos meus textos. Ouve momentos em que me arrepiei, confesso. Deixou-me de boca aberta no texto de seu titulo – POR NÓS.
Um forte abraço,
Luís Mendes
08.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Verdade incontroversa: a Internet e, em particular, o movimento bloguista trouxe à luz do dia um número incalculável de autores e de leitores.
A maioria, julgo, são autores que, ou não escreviam ou faziam-no para a gaveta. Muitos dos já consagrados não desdenham usar a blogosfera para mais rapidamente chegarem aos seus leitores antecipando ou mesmo ultrapassando a edição em livro.
Na literatura, em geral, e na poesia em particular, a expansão, o interesse cresce em progressão geométrica graças à Internet. Um dos resultados desse interesse, já o disse, é o espaço cada vez maior dedicado, nas livrarias, aos livros de poesia.
Há outros blogues que, não mostrando produção própria, têm como objectivo, divulgar quem escreve: consagrados ou recém chegados. Entre centenas de casos destaco o blogue da Inês Ramos a que deu o título de porosidade etérea onde se fala da poesia em todas as suas vertentes: poemas, eventos, notícias, efemérides, concursos, biografias de poetas, lançamento de livros, declamações, enfim, um autêntico magazine , no caso webzine, dedicado à poesia. Neste magnífico trabalho da Inês Ramos, destacam-se ainda os convites que, de vez em quando, dirige aos poetas seus visitantes para lhe enviarem trabalhos subordinados a um tema ou um género. Sem júris nem complicações adjacentes acaba por seleccionar um trabalho e dá-lhe o nome de “vencedor” cujo prémio passa pela sua sonorização.
Se quer ouvir o programa ao mesmo tempo que lê o texto, terá de abrir duas páginas do seu browser e numa delas, carregar AQUI e na outra ouvir o programa.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
08.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
A história de hoje é um pouco mais comprida do que é costume. Coisa de que vocês até gostam. É mais comprida porque tem mais coisas para contar. Então aqui vai.
Mas antes, deixem-me dizer que podem ler esta história no livro intitulado “Contos Populares Portugueses” de Adolfo Coelho. Chama-se “Os dois irmãos”
Podem seguir o texto desta história, enquanto ouvem, se clicarem AQUI e abrirem 2 páginas do vosso browser.
Podcast (estudio-raposa-audiocast): Download
06.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Luís
Muito bela a Poesia Erótica de Ovídio, escrita há 2000 anos e que é, em alguns aspectos, tão eterna…
Tu declamaste-a, magistralmente, adoro escutar-te.
As religiões, sempre ligadas à política através dos tempos, foram mantendo a mulher de modo a que ela, representasse um único papel: desejada, púdica, não verdadeira…
Era considerada “mais mulher” a que se recatasse…como Ovídio, cantava na sua terna poesia.
De facto, era um comportamento velado, mas cultural, que valorizava, unicamente, o poder masculino.
Também, mais tarde, essa pressão preconceituosa, existe para manter uma moral necessária, forçando, evidentemente, a mulher a outro tipo de submissões.
Que processo de mudança, tão grande, foi fazendo a mulher, afirmando-se intelectualmente e, por isso, acreditando num descondicionamento do seu próprio corpo!
Orgulho-me de ser mulher e de pertencer ao grupo das sexagenárias que, apesar de terem cuidado da casa e dos filhos, trabalhado fora, apesar de por vezes, desiludidas com seus maridos, muito avançados em teorias progressistas “só de palavras”, mas não de congruência, estas se foram, devagar, emancipando!
Acredito no “descondicionamento” da mulher mas a par da instrução e da sua capacidade de questionar e de largar mitos, que a sua própria família ainda lhes inculcou.
Não acredito na mulher, que age, que se apressa e que quer competir com o homem.
Acredito, sim, na mulher que se encanta, que gosta de também seduzir e ser seduzida…
Viemos de um obscurantismo…
A “mulher” que Salazar queria manter como “fada do lar”, ainda há 40 anos (tão próximo!), era imposta na mentalidade dos liceus femininos, através da “Mocidade Portuguesa”, passando a mensagem prepotente, treinando as raparigas para só serem donas de casa, aprendendo culinária, lavores, puericultura e trabalhos manuais de decoração…
A religião, andava a par…acompanhava.
Mas acredito que, hoje, já existe muita mulher com uma religião, mas não fanática e que seja critica e adopte um outro modelo de olhar a sexualidade.
Mas digo-te, Luís, acho que ainda há, muito falso religioso que, ao pretender, novamente, controlar a liberdade da mulher, defende utopias, defende que se estruture a moral piedosa de “oferecer pão aos pobres”…
Deixo-te uma intervenção da grande poetisa Natália Correia, na Assembleia da República.
Vais-te rir! Recordaremos…Uma homenagem! Ela, estaria hoje contente!
João Morgado, Deputado do CDS, disse na Assembleia da República, no Dia 3 de Abril de 1982, no debate obre a Despenalização do Aborto: «O acto sexual é para ter filhos»
A resposta de Natália Correia, Deputada, em poema, fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção!
Foi publicado, depois, pelo Diário de Lisboa em 5 de Abril desse ano, tendo os trabalhos parlamentares sido interrompidos por isso:
“Já que o coito – diz Morgado –
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou – parca ração! –
Uma vez. E se a função
faz o órgão – diz o ditado –
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.”
Lena
06.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar
Olá Luís,
Mais uma vez me deliciei com a tua voz…e estes versos de Ovídio estão muito actualizados e super divinos.
Me admira Otávio Augusto banir de Roma, Ovídio por estes simples versos eróticos.
Pensei e já vi em muitos museus em Portugal figuras eróticas em todas as posições imaginaveís…Que diz serem pertencentes aos Romanos… Por isso estou aqui um pouco confusa… Como pode Octávio fazer uma coisa dessas?…
Dizes que passado 2000 anos a arte de amar ainda é banida se a ela se acrescentar um condimento erótico… Bem tens razão e não tens…e isto é:
Sim, é verdade ainda há muito tabu em relação ao erotismo…falar ou escrever sobre tal tema…
Mas… cada vez mais se abrem portas e janelas,
Se despem as almas inocentes para dar o grito estou aqui e é assim…
Aos poucos as inibições colhem asas de liberdade…e quando falo em liberdade falo da mulher… porque a mulher por natureza e educação, sempre foi colocada no canto escuro em tudo que tivesse a ver com a sexualidade.
E ai está o mistério, passados 2000 anos, ainda há muita banalidade sobre o tema erótico.
Como o próprio Ovídio diz no seu poema
“A mulher violada por um rapto insolente ( consentido)
Torna a violação como um doce presente…”
Aqui está a resposta…
Um beijinho, e continua sempre a nos oferecer linda poesia.
Alcina
05.04.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar