“Vinte Poemas de Amor” (4) de Pablo Neruda

20.05.2011 | Produção e voz: Luís Gaspar

Quarta e última parte da obra de Pablo Neruda “Vinte Poemas de Amor” com os seguintes poemas: “No meu céu ao crepúsculo…”, “Pensando, enredando sombras…”, “Aqui te amo…”, “Moça morena e ágil…” e “Posso escrever os versos…”.
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“Vinte Poemas de Amor” (3) de Pablo Neruda

18.05.2011 | Produção e voz: Luís Gaspar

Terceira parte (cinco poemas) de “Vinte Poemas de Amor” de Pablo Neruda: “Quase fora do céu…”,”Para o meu coração…”,”Eu fui marcando…”, “Brincas todos os dias…” e “Gosto de ti calada…”.
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“Vinte Poemas de Amor” (2) de Pablo Neruda.

17.05.2011 | Produção e voz: Luís Gaspar

Segunda Parte de “Vinte Poemas de Amor” de Pablo Neruda constituída por cinco poemas: “Recordo-te como eras…”, “Inclinado nas tardes…”, “Abelha branca zumbes…”, “Ébrio de Terebintina…” e “Também este crepúsculo…”.
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“Vinte Poemas de Amor” (1) de Pablo Neruda

14.05.2011 | Produção e voz: Luís Gaspar

Primeira Parte desta obra de Pablo Neruda composta por cinco poemas:
“Corpo de mulher…”, “Na sua chama mortal…”, “Ah, vastidão dos pinheiros…”, “É a manhã cheia…” e “Para que tu me ouças…”.
Se quiser ler os poemas enquanto os ouve, ou fazer o seu download, clique AQUI.

“Peregrinação” – Último capítulo (XII)

17.08.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

O Estúdio Raposa apresentou, durante 11 capítulos uma versão reduzida da “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto de autoria de Aquilino
Ribeiro. Aquilino fê-lo a pedido de Sá da Costa, o famoso editor, num projecto de divulgação de obras famosas entra as quais “As Viagens de Guliver”, “A Eneida”, “A História trágico-marítima, “A Odisseia” e “Os Lusíadas”. Estas obras foram recentemente re-editadas pelo “Expresso”.
Aquilino Ribeiro não se limitou a proceder à adaptação: escreveu um texto sobre Fernão Mendes Pinto, trabalho que vamos ouvir de seguida.
A produção foi do Estúdio Raposa, sonorização e leitra de Luís Gaspar.
Este trabalho não envolveu quaisquer interesses económicos e destina-se, apenas, à divulgação dos nossos clássicos.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – XI Capítulo

12.08.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Tinha dado uma hora depois da meia-noite quando avistámos no adro do pagode grande, jazigo dos reis, fogos, muitos fogos, que pareciam caminhar e fazer sinal uns aos outros. Nós estávamos ancorados um tiro de falcão a distância da ilha, e perguntámos aos chins o que poderia significar aquilo. Responderam eles que nos haviam sentido com toda a certeza e, portanto, o mais aconselhável era fazermo-nos à vela sem mais detença.

Audiolivro produzido pelo Estúdio Raposa e lido por Luís Gaspar. Adaptação de Aquilino Ribeiro.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – X Capítulo

05.08.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Uma vez na enseada de Nanquim aconselhou Similau que, para não alvoroçar os chins que não estavam habituados a ver ali gente estrangeira, por coisa alguma deste mundo nos mostrássemos. De resto, estava indicado navegarmos pelo meio da baía, se queríamos evitar as lorchas e lanteas que em grande número singravam rentee à costa. E assim se fez.
Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa e leitura de Luís Gaspar

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – IX Capítulo

27.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Curaram-se os feridos, enterraram-se os mortos, e havendo levado a noite com boa vigia, acautelados dos juncos que estavam no porto, mal rompeu a manhã, passámos à outra banda do rio. Fomos desembarcar a certa povoação, muito abastecida de tudo, que os moradores haviam desamparado. E, na dúvida de que os portos se nos fechassem depois do que ali se passara, António de Faria abarrotou os Juncos de provisões.

Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa, leitura de Luís Gaspar.

“Peregrinação” – Fernão M. Pinto – VIII Capítulo

21.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vinte e quatro dias, durante os quais convalesceram os feridos, nos demorámos no rio de Tinlau. Partimos, em seguida, para invernar em Liampó, mas no caminho à altura da ponta de Micuí, fomos apanhados por um temporal de grossos chuveiros e mares procelosos, tão medonho, que as embarcações da nossa pequena armada se perderam logo da vista umas das outras.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – VII Capítulo

13.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Por conselho de Quiay Panjão, que Amónio de Faria sempre prezou, fomos ancorar a Chincheu, onde tivemos a sorte de topar cinco naus da nossa gente que nos informaram do que era mester. Uma anunciada frota da China, de quatrocentas velas e cem mil homens de guerra, nada tinha que ver, afinal, com os Portugueses. Em Liampó o comércio continuava a fazer-se como dantes, em boa paz e liberdade.
(…)
Adaptação de Aquilino Ribeiro. Produção do Estúdio Raposa. Leitura de Luís Gaspar

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – VI Capítulo

06.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Sete meses e meio eram decorridos depois que nos baldeávamos nesta enseada da Cochinchina. de rio para rio, de porto para porto, de norte a sul e inversa, sem notícias do fantástico pirata. E, um belo dia, os soldados, enfadados com vida assim errante e inquieta, juntaram-se a requerer de António de Faria o quinhão que lhes competia segundo o estipulado, pois queriam voltar para a índia ou para onde muito bem lhes apetecesse.
Adaptação de Aquilino Ribeiro. Produção do Estúdio Raposa. Voz de Luís Gaspar.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – V Capítulo

01.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Ancorámos, à entrada do rio, num abrigo que ali há, formado por um ilhéu e a terra firme. Noite alta, havia lua, mandou António de Faria em exploração uma fusta armada de doze homens, sob o comando de Valentim Martins de Alpoim, homem sabido e empreendedor. Este foi, viu, indagou muito à sua vontade, e, voltando com dois homens surpreendidos num barco de loiça, garantiu que se podia entrar e sair afoitamente, porque não só o rio era largo e limpo, mas poucos navios estavam no porto.”
(…)
Produção do Estúdio Raposa, interpretação de Luís Gaspar.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – IV Capítulo

23.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Chegados pela tarde à boca do rio de Tanauquir, fora de horas para deitarmos até a cidade, que ficava distante cinco léguas, assentou-se esperar ali a manhã. Os pescadores de pérolas tinham-nos aconselhado a que procurássemos este porto, se nos queríamos descartar da fazenda, e o nosso empenho, por agora, não era outro. As embarcações vinham, com efeito, pejadas, que não só o andamento sofria, mas força nos era de ir com a sonda sempre em punho, por causa dos recifes que abundam nesta costa, tão dilatados que abrangem léguas, tão à flor das águas que mal se veem.”

Adaptação de Aquilino Ribeiro. Produção do Estúdio Raposa. Leitura de Luís Gaspar.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – III Capítulo

16.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Adaptação de Aquilino Ribeiro da obra de Fernão Mendes Pinto, “Peregrinação”.
Produção do Estúdio Raposa, leitura de Luís Gaspar.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – II Capítulo

08.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Obra clássica da literatura Portuguesa, numa adaptação de Aquilino Ribeiro.
Produção do Estúdio Raposa com leitura de Luís Gaspar. Este trabalho é composto por 12 Capítulos.

“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – I Capítulo

01.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto segundo a adaptação de Aquilino Ribeiro – 1º Episódio
Diz Aquilino Ribeiro nas palavras preliminares da sua adaptação da “Peregrinação”:
“Formoso livro de aventuras, como não há segundo na língua portuguesa é a “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto. O autor, depois de andar vinte anos pela Ásia, soldado, negociante, pedinte, embaixador, cortesão, jesuíta, pirata, “treze vezes cativo, dezassete vendido, pega na pena e escreve. Escreve na sua casinha do Pragal, frente ao Tejo, pobre e desiludido, saudoso dos bons e aventurosos tempos e, ao largo dos acontecimentos, é provável que a memória, senão fantasia, falseie o pormenor. Mas, em geral, palpita no que nos conta a mais viva das realidades.”
Produção de Estúdio Raposa. Leitura de Luís Gaspar.

“A Ceia dos Cardeais” de Júlio Dantas

19.10.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar

“A Ceia dos Cardeais” de Júlio Dantas é uma peça de teatro, em verso, em um acto, que fez parte do repertório de muitos dos grandes teatros da Europa, queridíssimo no Brasil e na América espanhola. Foi representada pela primeira vez em 24 de Março de 1902 no antigo teatro D. Amélia.
Entre outros actores, representaram esta peça, João Rosa, Eduardo Brasão, Augusto Rosa, Alves da Cunha, Assis Pacheco, João Villaret, Paiva Raposo, Raul de Carvalho, Virgílio Macieira, Erico Braga e José Gamboa.
A acção decorre no Vaticano, durante o pontificado de Bento XIV, no século XVIII.
A gravação que vamos ouvir reproduz uma representação que nunca existiu, senão na imaginação do Estúdio Raposa.
Vozes: Luís Gaspar
Produção: Estúdio Raposa
Duração: 30 minutos

Cenário: Uma grande sala no Vaticano – Paredes cobertas de panos de Arrás – Amplos tetos de caixão, com apainelamentos de talha doirada – Um retrato de cardeal, vermelho, sobre o fogão – À D. baixa, o cravo (que não será usado na representação no Estúdio Raposa), o violoncelo de um terceto clássico – Estantes altas de couro – Luzes – Ao fundo, largo tamborete onde repousam as capas, os chapéus, os bastões – À E. baixa, grande armário de baixela de oiro e prata lavrada. – Quase a meio, mesa onde ceiam os três cardeais: toalha de holandilha picade de rendas; serviço de Sèvres, cristais.
Cardeal Gonzaga (português), Cardeal Rufo (espanhol) e Cardeal Montmorency (francês), sentados à mesa, ceando: fâmulos, vestidos de verde e prata, servem-nos de joelhos.

Diário de um Louco – Capítulo 5 (último)

13.01.2008 | Produção e voz: Luís Gaspar

Quinto e último capítulo do romance de Nikolai Gógol, “Diário de um Louco”.

Diário de um Louco – Capítulo 4

20.09.2007 | Produção e voz: Luís Gaspar

Quarto e penúltimo capítulo de “O Diário de um Louco” de Nikolai Gógol.

Diário de um Louco – Capítulo 3

14.09.2007 | Produção e voz: Luís Gaspar

Agravam-se as perturbações mentais da personagem criada por Nikolai Gógol para o seu romance “Diário de um Louco”.