Poesia 40 – Século de Ouro

24.06.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir alguma poesia erótica escrita no período designado como “Século de Ouro”, em Espanha.
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI

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História 97 – A Mulher Comilona

17.06.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos, hoje, ouvir a história da “Mulher comilona”, que fui buscar ao livro de Alexandre Parafita “Antologia de Contos Populares”, em dois volumes, editados pela Plátano.
Se queres ler a história enquanto a ouves, clica AQUI.

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Palavras 142 – Mário-Henrique Leiria

16.06.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir poesia do autor surrealista português, Mário-Henrique Leiria, que nasceu em Lisboa em 1923 e faleceu em Cascais com 57 anos,
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI

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História 96 – Gato escaldado

03.06.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos hoje ouvir uma história contada por Alexandre Parafita no seu livro, em dois volumes, “Antologia de Contos Populares”, edição Plátano
Se quiseres ler a história ao mesmo tempo que a ouves, clica AQUI.

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Sexta HORA

16.05.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Compacto”, com cerca de uma hora, de autores lidos no programa Lugar aos Outros (do nº 22 ao nº 30): Saamantar Mohi, Joel da Sousa, Maria São Pedro, Maria Azenha (quatro poemas), Carlos Santos Bueno, Licínia Quitério (dois poemas), Cristina Miranda, Delfim Peixoto, Emanuel Madalena, Fernando Azevedo (dois poemas), Rui Diniz, Luís Cunha (dois poemas), Angela de Sousa (dois poemas), António Gouveia (dois poemas) Tiago Galveia (dois poemas) Ana Maria Costa (três poemas), Amita, Carlos Luanda (dois poemas) e Teresa Maria Rolão (dois poemas).

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Lugar 104 – José Oliveira

12.05.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir, neste programa, poesia de José Oliveira
José Oliveira, de seu nome completo, José Miguel Pinheiro de Oliveira, nasceu em Guimarães a 26 de Maio de 1973.
Se desejar ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI

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História 92 – “O Padre e a Inocência”

23.04.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir, aqui, uma história de padres. Fui buscá-la ao livro “Antologia de contos populares” de Alexandre Parafita, editado pela Plátano.
Se quiseres ler a história enquanto a ouves, clica AQUI

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Palavras 140 – Adélia Prado

23.04.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

O brilho das palavras douradas deste programa, fui pedi-lo emprestado à poeta brasileira Adélia Prado.
Nas palavras de Carlos Drummond de Andrade: “Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis”
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI.

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História 91 – “Três fábulas de La Fontaine”

15.04.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos, neste programa ouvir três histórias, três fábulas do famoso escritor francês, La Fontaine
Se queres ler o texto das fábulas enquanto as ouves, clica AQUI

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Poesia 37 – “Século de Ouro Espanhol”

11.04.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Como não poderia deixar de ser o Século de Ouro Espanhol correspondente aos reinados de Carlos V e Filipe II (a acabou por ser I de Portugal) foi um período que se estende da segunda metade do século XVI e século XVII, e onde, em paralelo com o poder político, as artes, e em especial a literatura floresceu e tomou grande altura.
Neste programa ouviremos poesia erótica desse período.
Se quiser ler o programa ao mesmo tempo que o ouve, clique AQUI.

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Quando a SIC veio espreitar o Estúdio Raposa.

08.04.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Antigamente, dizia-se: “Posso pedir um disco?”. Hoje os ouvintes, alguns ouvintes, pediram o vídeo de uma reportagem feita pela SIC no Estúdio Raposa. Já passaram uns mesitos mas a vontade de oferecer poesia e literatura, continua intacta. Clique AQUI.

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Vera Silva comenta “Poesia Erótica 33”

05.01.2009 | Produção e voz: Luís Gaspar

Meu querido Luís Gaspar,

eu estou para lhe responder desde que ouvi o programa, mas eu, que tenho por vezes tantas palavras, perdi-as e não sei que lhe diga…
A sua voz é indescritível e a forma como lê os poemas torna-os mágicos. Normalmente acho que o que escrevo não tem muita qualidade, mas lidos por si, ganharam um brilho fantástico.
Muito lhe agradeço o seu fantástico trabalho.
Infelizmente a poesia erótica é muitas vezes confundida com pornografia e há pessoas que quando vêm um poema classificado como erótico nem sequer o abrem, quando muitas vezes têm apenas um toque de sensualidade mais acentuada. Como mulher gosto de ler, e muito especialmente de o ouvir, neste contexto. Talvez seja uma forma de se mudarem gradualmente as mentalidades.
Obrigada por tudo.

Um beijo grande de uma fã incondicional e votos de um feliz Natal

Vera

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