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Foi poeta, contista, jornalista e mulher solitária. Escritora durante os anos em que o Estado Novo queria a mulher em casa. Ostracizada pela Revolução de Abril, Natércia Freire acabou por cair num silêncio imerecido. Deixa um legado poético que merece ser (re)descoberto.

Natércia Freire – “Indefinida”

Natércia Freire – “Os instrumentos”

Natércia Freire – “Um dia”

Natércia Freire – “Nos dias imaculados”

Natércia Freire – “Liberta em pedra”

Natércia Freire – “Canção do Verdadeiro Abandono”

Natércia Freire – “Areia”

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