Category Archives: Adolfo Casais-Monteiro

Adolfo Casais Monteiro (Porto, 4 de Julho de 1908 – São Paulo, 23 de Julho de 1972) foi um poeta, crítico e novelista português.

Adolfo Casais-Monteiro – “Eu Falo das Casas e dos Homens”

Eu falo das casas e dos homens, dos vivos e dos mortos: do que passa e não volta nunca mais.. . Não me venham dizer que estava materialmente previsto, ah, não me venham com teorias! Eu vejo a desolação e … Continue reading

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Adolfo Casais-Monteiro – “Fado”

Música triste desenganado canto nocturno a pouco e pouco vai penetrando meu coração Nocturna prece ou pesadelo não sei que sombra aquele canto em mim deixou. Febre ou cansaço? Não sei! Nem quero. lúgubre pranto de roucas vozes não tem … Continue reading

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Adolfo Casais-Monteiro – “O fim da noite”

A nossa história é simples: somos neste momento todo o amor na terra e nada mais importa, senão o que sou, verdade em ti, o que és, verdade em mim. Por isso este poema talvez não seja mais que um … Continue reading

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Adolfo Casais-Monteiro – “Ode ao Tejo e à Memória de Álvaro de Campos”

E aqui estou eu, ausente diante desta mesa – e ali fora o Tejo. Entrei sem lhe dar um só olhar. Passei, e não me lembrei de voltar a cabeça, e saudá-lo deste canto da praça: “Olá, Tejo! Aqui estou … Continue reading

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Adolfo Casais-Monteiro – “Vem, vento, varre” (A José Rodrigues Miguéis)

Vem, vento, varre sonhos e mortos. Vem, vento, varre medos e culpas. Quer seja dia, quer faça treva, varre sem pena, leva adiante paz e sossego, leva contigo nocturnas preces, presságios fúnebres, pávidos rostos só cobardia. Que fique apenas erecto … Continue reading

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