102 – Irene Lisboa

30.08.2007

Há muito anos, José Rodrigues Miguéis pôde vaticinar que quando a mais-valia do tempo tivesse em definitivo cristalizado a sua obra de audácia e reticência, de anseio e pudor, «Irene Lisboa seria, toda ela, um documento humano de irrecusável pungência e beleza: e nenhuma obra de ficção poderá perdurar mais nem melhor do que as angústias que ela nos faz sentir e adivinhar»
Neste programa, as palavras de ouro são de Irene Lisboa.

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