Terminamos, neste programa, a leitura da carta de Pêro Vaz de Caminha a D. Manuel, dando conta do que foi observando enquanto escrivão na armada de Pedro Álvares Cabral.
Aqui, neste espaço, arrancam-se as palavras do papel e dizem-se, soprando-lhes vida nova, fazendo-as flutuar em sonoras centelhas de luz. Recitar realiza, quebrando o silêncio, aquilo que o silêncio pretende e não consegue.