História 140 – “A moura do Castelo de Tavira”

05.08.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Uma lenda recolhida por Fernanda Frazão: “A moura do Castelo de Tavira”

A noite de S. João é, como toda a gente sabe, noite de mouras encantadas. Segundo uma antiga tradição, vinda do tempo longínquo da conquista do Algarve, há em Tavira uma moura que, à meia-noite da noite de S. João, aparece nas ameias do castelo chorando a sua triste sina de encantada.
Se queres ler a história enquanto a ouves, clica AQUI.

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Décima Quarta HORA

04.08.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Autores:
Adélia Prado (4 poemas), António Feijó (5 poemas). E.M de Melo e Castro (5 poemas), José Craveirinha (5 poemas), Luís de Camões (5 poemas), Luiza Neto Jorge (5 poemas), Manuela Nogueira (4 poemas) Mário-Henrique Leiria (5 poemas) e Olavo Bilac (5 poemas).

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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – IX Capítulo

27.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Curaram-se os feridos, enterraram-se os mortos, e havendo levado a noite com boa vigia, acautelados dos juncos que estavam no porto, mal rompeu a manhã, passámos à outra banda do rio. Fomos desembarcar a certa povoação, muito abastecida de tudo, que os moradores haviam desamparado. E, na dúvida de que os portos se nos fechassem depois do que ali se passara, António de Faria abarrotou os Juncos de provisões.

Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa, leitura de Luís Gaspar.

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História 139 – “O cão e a parede”

27.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir duas pequenas histórias recolhidas por Ataíde de Oliveira. 
A primeira chama-se “O cão e a parede” e a segunda, “Dois compadres”
Se queres ler as histórias ao mesmo tempo que as ouves, clica AQUI.

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“Peregrinação” – Fernão M. Pinto – VIII Capítulo

21.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vinte e quatro dias, durante os quais convalesceram os feridos, nos demorámos no rio de Tinlau. Partimos, em seguida, para invernar em Liampó, mas no caminho à altura da ponta de Micuí, fomos apanhados por um temporal de grossos chuveiros e mares procelosos, tão medonho, que as embarcações da nossa pequena armada se perderam logo da vista umas das outras.

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História 138 – “Aninha-a-Pastora”

20.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Hoje, mais uma lenda: Aninha-a-Pastora.
Conta a lenda que há muito tempo, talvez no tempo dos afonsinhos, apareceu no vale do Jamor uma pastorinha com o seu rebanho. Ninguém sabia donde ela viera, mas também a ninguém interessava saber. E a pastora por ali ficou, achando o local propício para si e para as suas ovelhas.

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História 137 – “A Lenda de Mileu”

13.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Mais uma lenda recolhida por Fernanda Frazão: a Lenda de Mileu.

Perto de Estremoz existe uma localidade chamada Veiros que, em tempos medievais, foi bem mais importante do que aquela cidade. Situada num ponto alto, na margem da ribeira de Ana Loura, possuía um forte castelo, cuja primitiva edificação se terá devido aos Romanos.
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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – VII Capítulo

13.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Por conselho de Quiay Panjão, que Amónio de Faria sempre prezou, fomos ancorar a Chincheu, onde tivemos a sorte de topar cinco naus da nossa gente que nos informaram do que era mester. Uma anunciada frota da China, de quatrocentas velas e cem mil homens de guerra, nada tinha que ver, afinal, com os Portugueses. Em Liampó o comércio continuava a fazer-se como dantes, em boa paz e liberdade.
(…)
Adaptação de Aquilino Ribeiro. Produção do Estúdio Raposa. Leitura de Luís Gaspar

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História 136 – “Duas perdizes”

06.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Porque são pequenas, vamos ouvir não uma, mas duas histórias. Fui busca-las às “Histórias tradicionais do Algarve” de Ataíde de Oliveira
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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – VI Capítulo

06.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Sete meses e meio eram decorridos depois que nos baldeávamos nesta enseada da Cochinchina. de rio para rio, de porto para porto, de norte a sul e inversa, sem notícias do fantástico pirata. E, um belo dia, os soldados, enfadados com vida assim errante e inquieta, juntaram-se a requerer de António de Faria o quinhão que lhes competia segundo o estipulado, pois queriam voltar para a índia ou para onde muito bem lhes apetecesse.
Adaptação de Aquilino Ribeiro. Produção do Estúdio Raposa. Voz de Luís Gaspar.

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Palavras 151 – 5º Aniversário

06.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Este programa foi gravado e vai estar disponível, hoje, dia 6 de Julho de 2010. Exatamente há cinco anos, neste mesmo dia podia ouvir-se na Internet o primeiro programa do Estúdio Raposa, já com o título de “Palavras de Ouro”. Poucos meses antes tinha nascido nos EUA o “podecasting” e o Estúdio Raposa era um dos primeiros a usar essa tecnologia em língua portuguesa.
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI

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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – V Capítulo

01.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Ancorámos, à entrada do rio, num abrigo que ali há, formado por um ilhéu e a terra firme. Noite alta, havia lua, mandou António de Faria em exploração uma fusta armada de doze homens, sob o comando de Valentim Martins de Alpoim, homem sabido e empreendedor. Este foi, viu, indagou muito à sua vontade, e, voltando com dois homens surpreendidos num barco de loiça, garantiu que se podia entrar e sair afoitamente, porque não só o rio era largo e limpo, mas poucos navios estavam no porto.”
(…)
Produção do Estúdio Raposa, interpretação de Luís Gaspar.

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História 135 – “As Mouras do Rio Seco”

01.07.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Mais uma lenda recolhida por Fernanda Frazão e descoberta no seu livro “Lendas Portuguesas”.
Muito próximo de Faro existe o leito de um rio, o rio Seco, como lhe chamam as gentes, que é tido e havido como a principal sede de mouros e mouras encantados nos arredores daquela cidade. No tempo da conquista do Algarve, porém, ainda esse rio corria manso para o oceano, possibilitando a sua utilização plena pelos mouros da região, que, logicamente, o usaram para os seus encantamentos, como vamos ver.
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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – IV Capítulo

23.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Chegados pela tarde à boca do rio de Tanauquir, fora de horas para deitarmos até a cidade, que ficava distante cinco léguas, assentou-se esperar ali a manhã. Os pescadores de pérolas tinham-nos aconselhado a que procurássemos este porto, se nos queríamos descartar da fazenda, e o nosso empenho, por agora, não era outro. As embarcações vinham, com efeito, pejadas, que não só o andamento sofria, mas força nos era de ir com a sonda sempre em punho, por causa dos recifes que abundam nesta costa, tão dilatados que abrangem léguas, tão à flor das águas que mal se veem.”

Adaptação de Aquilino Ribeiro. Produção do Estúdio Raposa. Leitura de Luís Gaspar.

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História 134 – “A Moura de Querença”

23.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir uma lenda do Algarve recolhida por Fernanda Frazão na sua obra “Lendas Portuguesas”.
Querença é uma pequena e antiga freguesia algarvia. Segundo uma velha crença da região, passou-se ali, em tempos recuados, uma história com uma moura encantada.
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História 133 – “O Milagre da Nazaré”

16.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Creio que toda a gente conhece a lenda do milagre do Sitio da Nazaré, na qual D. Fuas Roupinho escapou por pouco às teias do Diabo, que o tentou sob a forma de um veado. Mas antes de recordarmos essa velha história vamos conhecer um pouco mais da figura lendária desse semi-herói do tempo do primeiro rei de Portugal.
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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – III Capítulo

16.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Adaptação de Aquilino Ribeiro da obra de Fernão Mendes Pinto, “Peregrinação”.
Produção do Estúdio Raposa, leitura de Luís Gaspar.

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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – II Capítulo

08.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Obra clássica da literatura Portuguesa, numa adaptação de Aquilino Ribeiro.
Produção do Estúdio Raposa com leitura de Luís Gaspar. Este trabalho é composto por 12 Capítulos.

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História 132 – “Grândola”

08.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir a lenda da formação de Grândola, um trabalho de Fernanda Frazão.


Em 1527, Grândola era uma insignificante aldeia com 45 habitantes e mais 200 em casais afastados…
Se quiseres ler a lenda enquanto a ouves, clica, AQUI.

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História 131 – “Sesimbra”

03.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Mais uma lenda, esta sobre Sesimbra. Recolhida por Fernanda Frazão
As origens de Sesimbra perderam-se na memória dos homens. Várias teses têm sido apresentadas sem que ainda se chegasse a uma conclusão unânime.
Se desejas ler o texto enquanto ouves, clica AQUI.

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“Peregrinação” de Fernão M. Pinto – I Capítulo

01.06.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto segundo a adaptação de Aquilino Ribeiro – 1º Episódio
Diz Aquilino Ribeiro nas palavras preliminares da sua adaptação da “Peregrinação”:
“Formoso livro de aventuras, como não há segundo na língua portuguesa é a “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto. O autor, depois de andar vinte anos pela Ásia, soldado, negociante, pedinte, embaixador, cortesão, jesuíta, pirata, “treze vezes cativo, dezassete vendido, pega na pena e escreve. Escreve na sua casinha do Pragal, frente ao Tejo, pobre e desiludido, saudoso dos bons e aventurosos tempos e, ao largo dos acontecimentos, é provável que a memória, senão fantasia, falseie o pormenor. Mas, em geral, palpita no que nos conta a mais viva das realidades.”
Produção de Estúdio Raposa. Leitura de Luís Gaspar.

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História 130 – “O Tacho do Tesouro”

26.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Vamos ouvir mais uma lenda contada por Fernanda Frazão “O Tacho do Tesouro”
Ainda no início do século XVIII muita gente conhecia as ruínas do que fora um grande palácio, a habitação da heroína desta lenda, Dona Zarolha.
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O Estúdio Raposa na RDP – Antena 1- “Hotel Babilónia”

22.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Ao fim da manhã do dia 2 de Maio (2010) tive a honra e a satisfação de conversar, durante um hora, com Pedro Rolo Duarte e João Gobern na segunda parte do Programa Hotel Babilónia. Um prazer enorme que aqui partilho com os ouvintes do Estúdio Raposa.

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História 129 – “Dinorah”

21.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Mais uma lenda do Algarve, recolhida por Fernanda Frazão na sua obra “Lendas Portuguesas”
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História 128 – “A cobrinha do barranco”

12.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Mais uma lenda do Algarve que fui copiar à obra de Fernanda Frazão, “Lendas Portuguesas”.
O século passado, em frente à residência paroquial da Mexilhoeira Grande, no Algarve, existia um barranco por onde toda a gente tinha medo de passar, por se dizer que noutros tempos aí aparecia um mourinho encantado. Hoje, a estrada passa por esse local e já ninguém recorda esse medo antigo e não há memória de aparições encantadas.
Se quiseres ler a história ao mesmo tempo que a ouves, clica AQUI.

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Miguel Torga – “Segredo”

12.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Um curto e simples poema de Miguel Torga que é “toda uma filosofia de vida”.

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“Adeus” de Eugénio de Andrade

08.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

De todos os poemas que já coloquei em imagens, este “Adeus” de Eugénio de Andrade”, é dos mais conhecidos. E dos que mais duramente falam de amores acabados.
Ilustram as palavras de Eugénio de Andrade, imagens recolhidas nos jardins da Fundação Gulbenkian nos pequenos lagos que, cobertos de Outono, refletem, como autênticos espelhos o que lhes fica por cima.

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História 127 – “O Cinto da Moura”

07.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Mais uma lenda da obra “Lendas Portuguesas” de Fernanda Frazão.
Se quiseres ler o testo da lenda enquanto a ouves, clica AQUI.

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Décima Terceira HORA

07.05.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

Com os seguintes poetas: Affonso Romano, 1 poema, Alexandre O’Neill, 1 poema, Alvares Azevedo, 1 poema, Antero de Quental, 1 poema, António Botto, 5 poemas, Claudia Marczak, 1 poema, Ernesto Melo e Castro, 5 poemas, Gui de Maupassant, 1 texto, Gustave Flaubert, 1 texto, Jean Everaets, 3 poemas, Judith Teixeira, 5 poemas, Rosa Lobato Faria, 1 poema, Salvador Pliego, 1 poema e Vera Silva, 5 poemas.
Todos os poemas já apresentados em “Poesia Erótica”.

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“Calçada de Carriche” de António Gedeão

29.04.2010 | Produção e voz: Luís Gaspar

“Seria insensato, embora não inteiramente falso, dizer que António Gedeão nunca existiu. Na verdade, este pseudónimo, adoptado pelo professor e historiador de Ciências Físico-Químicas, nascido em 1906, em Lisboa, Portugal, tem levado uma existência própria da sua identidade paralela de carne e osso Rómulo de Carvalho. Privado e prolífero: Gedeão, i.e. a sombra chamada Gedeão, que orficamente descende de mundos subterrâneos de pensamentos e sentimentos inacessíveis a Rómulo de Carvalho, publicou a sua primeira obra de poesia,, em 1956, quando Rómulo de Carvalho contava já com 50 anos de idade. Publicou, até à data, seis livros, o mais recente dos quais, Novos Poemas Póstumos, lançado em 1990. Fiel à sua natureza de personalidade sombria do professor e historiador, que em 1987 foi granjeado com a Medalha de Grande Oficial da Ordem de Instrução Pública pelo governo português, Gedeão é mestre da contenção e das transparências decepcionantes da expressão.”

Christopher Auretta – Uma introdução à poesia de António Gedeão

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