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	<title>Estúdio Raposa</title>
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	<description>Aqui, neste espaço, arrancam-se as palavras do papel e dizem-se, soprando-lhes vida nova, fazendo-as flutuar em sonoras centelhas de luz. Recitar realiza, quebrando o silêncio, aquilo que o silêncio pretende e não consegue.</description>
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	<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>Estúdio Raposa</title>
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		<title>&#8220;Balada da Neve&#8221; de Augusto Gil</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 15:57:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O poema que os meninos e meninas declamavam nas festas de família! É mais do que isso.
Produção do Estúdio Raposa e declamação de Luís Gaspar.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O poema que os meninos e meninas declamavam nas festas de família! É mais do que isso.<br />
Produção do Estúdio Raposa e declamação de Luís Gaspar.</p>
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		<title>Todos os programas disponíveis.</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 21:31:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O programa “Lugar ao Outros”, dedicado aos autores que “ainda não chegaram às estrelas” foi suspenso. Por motivos alheios à minha vontade acabou no número 111.
As minhas desculpas a quem havia prometido a leitura e aos que, no futuro, viessem a candidatar o seu trabalho. Agradeço a todos os que colaboraram nesta aventura e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O programa “Lugar ao Outros”, dedicado aos autores que “ainda não chegaram às estrelas” foi suspenso. Por motivos alheios à minha vontade acabou no número 111.<br />
As minhas desculpas a quem havia prometido a leitura e aos que, no futuro, viessem a candidatar o seu trabalho. Agradeço a todos os que colaboraram nesta aventura e a muitos, as palavras amáveis com que brindaram este trabalho.<br />
Note-se que apenas o “Lugar aos Outros” será suspenso. Todos os outros continuarão e com algumas novidades, como é o caso do &#8220;Ver Poesia&#8221;.<br />
Entretanto, continuam disponíveis para audição e &#8220;download&#8221; todos os programas produzidos.</p>
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		<title>&#8220;Peregrinação&#8221; &#8211; Último capítulo (XII)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 23:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Estúdio Raposa apresentou, durante 11 capítulos uma versão reduzida da “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto de autoria de Aquilino Ribeiro. Aquilino fê-lo a pedido de Sá da Costa, o famoso editor, num projecto de divulgação de obras famosas entra as quais “As Viagens de Guliver”, “A Eneida”, “A História trágico-marítima, “A Odisseia” e “Os Lusíadas”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Estúdio Raposa apresentou, durante 11 capítulos uma versão reduzida da “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto de autoria de Aquilino Ribeiro. Aquilino fê-lo a pedido de Sá da Costa, o famoso editor, num projecto de divulgação de obras famosas entra as quais “As Viagens de Guliver”, “A Eneida”, “A História trágico-marítima, “A Odisseia” e “Os Lusíadas”. Estas obras foram recentemente re-editadas pelo “Expresso”. Aquilino Ribeiro não se limitou a proceder à adaptação: escreveu um texto sobre Fernão Mendes Pinto, trabalho que vamos ouvir de seguida.<br />
A produção foi do Estúdio Raposa, sonorização e leitra de Luís Gaspar.<br />
Este trabalho não envolveu quaisquer interesses económicos e destina-se, apenas, à divulgação dos nossos clássicos.</p>
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		<itunes:summary>O Estúdio Raposa apresentou, durante 11 capítulos uma versão reduzida da “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto de autoria de Aquilino Ribeiro. Aquilino fê-lo a pedido de Sá da Costa, o famoso editor, num projecto de divulgação de obras famosas entra as quais “As Viagens de Guliver”, “A Eneida”, “A História trágico-marítima, “A Odisseia” e “Os Lusíadas”. Estas obras foram recentemente re-editadas pelo “Expresso”. Aquilino Ribeiro não se limitou a proceder à adaptação: escreveu um texto sobre Fernão Mendes Pinto, trabalho que vamos ouvir de seguida.
A produção foi do Estúdio Raposa, sonorização e leitra de Luís Gaspar.
Este trabalho não envolveu quaisquer interesses económicos e destina-se, apenas, à divulgação dos nossos clássicos.</itunes:summary>
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		<title>&#8220;Peregrinação&#8221; de Fernão M. Pinto &#8211; XI Capítulo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 14:28:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tinha dado uma hora depois da meia-noite quando avistámos no adro do pagode grande, jazigo dos reis, fogos, muitos fogos, que pareciam caminhar e fazer sinal uns aos outros. Nós estávamos ancorados um tiro de falcão a distância da ilha, e perguntámos aos chins o que poderia significar aquilo. Responderam eles que nos haviam sentido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha dado uma hora depois da meia-noite quando avistámos no adro do pagode grande, jazigo dos reis, fogos, muitos fogos, que pareciam caminhar e fazer sinal uns aos outros. Nós estávamos ancorados um tiro de falcão a distância da ilha, e perguntámos aos chins o que poderia significar aquilo. Responderam eles que nos haviam sentido com toda a certeza e, portanto, o mais aconselhável era fazermo-nos à vela sem mais detença. </p>
<p>Audiolivro produzido pelo Estúdio Raposa e lido por Luís Gaspar. Adaptação de Aquilino Ribeiro.</p>
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		<itunes:subtitle>Tinha dado uma hora depois da meia-noite quando avistámos no adro do pagode grande, jazigo dos reis, fogos, muitos fogos, que pareciam caminhar e fazer sinal uns aos outros. Nós estávamos ancorados um tiro de falcão a distância da ilha,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Tinha dado uma hora depois da meia-noite quando avistámos no adro do pagode grande, jazigo dos reis, fogos, muitos fogos, que pareciam caminhar e fazer sinal uns aos outros. Nós estávamos ancorados um tiro de falcão a distância da ilha, e perguntámos aos chins o que poderia significar aquilo. Responderam eles que nos haviam sentido com toda a certeza e, portanto, o mais aconselhável era fazermo-nos à vela sem mais detença. 

Audiolivro produzido pelo Estúdio Raposa e lido por Luís Gaspar. Adaptação de Aquilino Ribeiro.</itunes:summary>
		<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>Agosto e Setembro, meses de férias.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 14:23:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Durante este mês, Agosto e também Setembro, apenas serão atualizados os programas do Audiolivro &#8220;Peregrinação&#8221; de Fernão Mendes Pinto.
Os programas retomarão o seu ritmo normal a partir de Outubro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante este mês, Agosto e também Setembro, apenas serão atualizados os programas do Audiolivro &#8220;Peregrinação&#8221; de Fernão Mendes Pinto.<br />
Os programas retomarão o seu ritmo normal a partir de Outubro.</p>
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		<title>&#8220;Peregrinação&#8221; de Fernão M. Pinto &#8211; X Capítulo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 13:12:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma vez na enseada de Nanquim aconselhou Similau que, para não alvoroçar os chins que não estavam habituados a ver ali gente estrangeira, por coisa alguma deste mundo nos mostrássemos. De resto, estava indicado navegarmos pelo meio da baía, se queríamos evitar as lorchas e lanteas que em grande número singravam rentee à costa. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez na enseada de Nanquim aconselhou Similau que, para não alvoroçar os chins que não estavam habituados a ver ali gente estrangeira, por coisa alguma deste mundo nos mostrássemos. De resto, estava indicado navegarmos pelo meio da baía, se queríamos evitar as lorchas e lanteas que em grande número singravam rentee à costa. E assim se fez.<br />
Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa e leitura de Luís Gaspar</p>
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		<itunes:subtitle>Uma vez na enseada de Nanquim aconselhou Similau que, para não alvoroçar os chins que não estavam habituados a ver ali gente estrangeira, por coisa alguma deste mundo nos mostrássemos. De resto, estava indicado navegarmos pelo meio da baía,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Uma vez na enseada de Nanquim aconselhou Similau que, para não alvoroçar os chins que não estavam habituados a ver ali gente estrangeira, por coisa alguma deste mundo nos mostrássemos. De resto, estava indicado navegarmos pelo meio da baía, se queríamos evitar as lorchas e lanteas que em grande número singravam rentee à costa. E assim se fez. 
Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa e leitura de Luís Gaspar</itunes:summary>
		<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>História 140 &#8211; &#8220;A moura do Castelo de Tavira&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 13:05:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma lenda recolhida por Fernanda Frazão: “A moura do Castelo de Tavira”
A noite de S. João é, como toda a gente sabe, noite de mouras encantadas. Segundo uma antiga tradição, vinda do tempo longínquo da conquista do Algarve, há em Tavira uma moura que, à meia-noite da noite de S. João, aparece nas ameias do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma lenda recolhida por Fernanda Frazão: “A moura do Castelo de Tavira”</p>
<p>A noite de S. João é, como toda a gente sabe, noite de mouras encantadas. Segundo uma antiga tradição, vinda do tempo longínquo da conquista do Algarve, há em Tavira uma moura que, à meia-noite da noite de S. João, aparece nas ameias do castelo chorando a sua triste sina de encantada.<br />
Se queres ler a história enquanto a ouves, clica <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/historia_140_moura_tavira.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>Uma lenda recolhida por Fernanda Frazão: “A moura do Castelo de Tavira” - A noite de S. João é, como toda a gente sabe, noite de mouras encantadas. Segundo uma antiga tradição, vinda do tempo longínquo da conquista do Algarve, há em Tavira uma moura que,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Uma lenda recolhida por Fernanda Frazão: “A moura do Castelo de Tavira”

A noite de S. João é, como toda a gente sabe, noite de mouras encantadas. Segundo uma antiga tradição, vinda do tempo longínquo da conquista do Algarve, há em Tavira uma moura que, à meia-noite da noite de S. João, aparece nas ameias do castelo chorando a sua triste sina de encantada. 
Se queres ler a história enquanto a ouves, clica AQUI (http://www.truca.pt/raposa_textos/historia_140_moura_tavira.html).</itunes:summary>
		<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>Décima Quarta HORA</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 23:13:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adélia Prado]]></category>
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		<description><![CDATA[Autores:
Adélia Prado (4 poemas), António Feijó (5 poemas). E.M de Melo e Castro (5 poemas), José Craveirinha (5 poemas), Luís de Camões (5 poemas), Luiza Neto Jorge (5 poemas), Manuela Nogueira (4 poemas) Mário-Henrique Leiria (5 poemas) e Olavo Bilac (5 poemas).
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autores:<br />
Adélia Prado (4 poemas), António Feijó (5 poemas). E.M de Melo e Castro (5 poemas), José Craveirinha (5 poemas), Luís de Camões (5 poemas), Luiza Neto Jorge (5 poemas), Manuela Nogueira (4 poemas) Mário-Henrique Leiria (5 poemas) e Olavo Bilac (5 poemas).</p>
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		<itunes:subtitle>Autores: Adélia Prado (4 poemas), António Feijó (5 poemas). E.M de Melo e Castro (5 poemas), José Craveirinha (5 poemas), Luís de Camões (5 poemas), Luiza Neto Jorge (5 poemas), Manuela Nogueira (4 poemas) Mário-Henrique Leiria (5 poemas) e Olavo Bilac...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Autores:
Adélia Prado (4 poemas), António Feijó (5 poemas). E.M de Melo e Castro (5 poemas), José Craveirinha (5 poemas), Luís de Camões (5 poemas), Luiza Neto Jorge (5 poemas), Manuela Nogueira (4 poemas) Mário-Henrique Leiria (5 poemas) e Olavo Bilac (5 poemas).</itunes:summary>
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		<title>&#8220;Peregrinação&#8221; de Fernão M. Pinto &#8211; IX Capítulo</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 18:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Curaram-se os feridos, enterraram-se os mortos, e havendo levado a noite com boa vigia, acautelados dos juncos que estavam no porto, mal rompeu a manhã, passámos à outra banda do rio. Fomos desembarcar a certa povoação, muito abastecida de tudo, que os moradores haviam desamparado. E, na dúvida de que os portos se nos fechassem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curaram-se os feridos, enterraram-se os mortos, e havendo levado a noite com boa vigia, acautelados dos juncos que estavam no porto, mal rompeu a manhã, passámos à outra banda do rio. Fomos desembarcar a certa povoação, muito abastecida de tudo, que os moradores haviam desamparado. E, na dúvida de que os portos se nos fechassem depois do que ali se passara, António de Faria abarrotou os Juncos de provisões. </p>
<p>Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa, leitura de Luís Gaspar.</p>
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		<itunes:summary>Curaram-se os feridos, enterraram-se os mortos, e havendo levado a noite com boa vigia, acautelados dos juncos que estavam no porto, mal rompeu a manhã, passámos à outra banda do rio. Fomos desembarcar a certa povoação, muito abastecida de tudo, que os moradores haviam desamparado. E, na dúvida de que os portos se nos fechassem depois do que ali se passara, António de Faria abarrotou os Juncos de provisões. 

Adaptação de Aquilino Ribeiro, produção do Estúdio Raposa, leitura de Luís Gaspar.</itunes:summary>
		<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>História 139 &#8211; &#8220;O cão e a parede&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:23:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vamos ouvir duas pequenas histórias recolhidas por Ataíde de Oliveira.  A primeira chama-se “O cão e a parede” e a segunda, “Dois compadres”
Se queres ler as histórias ao mesmo tempo que as ouves, clica AQUI.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ouvir duas pequenas histórias recolhidas por Ataíde de Oliveira.  A primeira chama-se “O cão e a parede” e a segunda, “Dois compadres”<br />
Se queres ler as histórias ao mesmo tempo que as ouves, clica <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/historia_139_cao_raposa.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<itunes:subtitle>Vamos ouvir duas pequenas histórias recolhidas por Ataíde de Oliveira.  A primeira chama-se “O cão e a parede” e a segunda, “Dois compadres” Se queres ler as histórias ao mesmo tempo que as ouves, clica AQUI.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Vamos ouvir duas pequenas histórias recolhidas por Ataíde de Oliveira.  A primeira chama-se “O cão e a parede” e a segunda, “Dois compadres”
Se queres ler as histórias ao mesmo tempo que as ouves, clica AQUI (http://www.truca.pt/raposa_textos/historia_139_cao_raposa.html).</itunes:summary>
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