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	<title>Estúdio Raposa &#187; Palavras de Ouro</title>
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	<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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	<managingEditor>estudioraposa@gmail.com (Luis Gaspar)</managingEditor>
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		<title>Estúdio Raposa &#187; Palavras de Ouro</title>
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		<title>Palavras 158 &#8211; Adolfo Casais Monteiro</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 16:18:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ouviremos Palavras de Ouro neste programa com a poesia de Adolfo Casais Monteiro. Adolfo Victor Casais Monteiro nasceu no Porto em 1908 e morreu em São Paulo em 1972. A sua juventude foi típica de um filho da burguesia portuense ilustrada e liberal, cedo revelando propensão artística. Se quiser ler o texto do programa enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouviremos Palavras de Ouro neste programa com a poesia de Adolfo Casais Monteiro.<br />
Adolfo Victor Casais Monteiro nasceu no Porto em 1908 e morreu em São Paulo em 1972.<br />
A sua juventude foi típica de um filho da burguesia portuense ilustrada e liberal, cedo revelando propensão artística.<br />
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve ou copiar os poemas, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_158_adolfo_casais_monteiro.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<itunes:subtitle>Ouviremos Palavras de Ouro neste programa com a poesia de Adolfo Casais Monteiro. Adolfo Victor Casais Monteiro nasceu no Porto em 1908 e morreu em São Paulo em 1972.  A sua juventude foi típica de um filho da burguesia portuense ilustrada e liberal,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Ouviremos Palavras de Ouro neste programa com a poesia de Adolfo Casais Monteiro.
Adolfo Victor Casais Monteiro nasceu no Porto em 1908 e morreu em São Paulo em 1972. 
A sua juventude foi típica de um filho da burguesia portuense ilustrada e liberal, cedo revelando propensão artística.
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve ou copiar os poemas, clique AQUI.</itunes:summary>
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		<title>Palavras 157 &#8211; Natércia Freire</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 20:38:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje, o brilho da poesia de Natércia Freire. Foi poeta, contista, jornalista e mulher solitária. Escritora durante os anos em que o Estado Novo queria a mulher em casa. Ostracizada pela Revolução de Abril, Natércia Freire acabou por cair num silêncio imerecido. Deixa um legado poético que merece ser (re)descoberto. Se desejar ler o texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, o brilho da poesia de Natércia Freire. Foi poeta, contista, jornalista e mulher solitária. Escritora durante os anos em que o Estado Novo queria a mulher em casa. Ostracizada pela Revolução de Abril, Natércia Freire acabou por cair num silêncio imerecido. Deixa um legado poético que merece ser (re)descoberto.</p>
<p>Se desejar ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_157_natercia_freire.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:summary>Hoje, o brilho da poesia de Natércia Freire. Foi poeta, contista, jornalista e mulher solitária. Escritora durante os anos em que o Estado Novo queria a mulher em casa. Ostracizada pela Revolução de Abril, Natércia Freire acabou por cair num silêncio imerecido. Deixa um legado poético que merece ser (re)descoberto.

Se desejar ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI</itunes:summary>
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		<title>Palavras 156- Alfredo Guisado</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 16:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste programa, a poesia de Alfredo Guisado, um autor um pouco esquecido. Alfredo Guisado, poeta português de ascendência galega, nasceu em Lisboa a 30 de Outubro de 1891. Formou-se em 1921 na Faculdade de Direito de Lisboa e em 1922 entrou para a Associação dos Arqueólogos Portugueses. Foi militante do Partido Republicano Português, colaborou no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste programa, a poesia de Alfredo Guisado, um autor um pouco esquecido.</p>
<p>Alfredo Guisado, poeta português de ascendência galega, nasceu em Lisboa a 30 de Outubro de 1891. Formou-se em 1921 na Faculdade de Direito de Lisboa e em 1922 entrou para a Associação dos Arqueólogos Portugueses. Foi militante do Partido Republicano Português, colaborou no jornal “O Debate” e foi subdiretor do jornal República, o órgão da oposição à ditadura de Salazar. </p>
<p>Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_156_alfredo_guisado.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:subtitle>Neste programa, a poesia de Alfredo Guisado, um autor um pouco esquecido. - Alfredo Guisado, poeta português de ascendência galega, nasceu em Lisboa a 30 de Outubro de 1891. Formou-se em 1921 na Faculdade de Direito de Lisboa e em 1922 entrou para a A...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Neste programa, a poesia de Alfredo Guisado, um autor um pouco esquecido.

Alfredo Guisado, poeta português de ascendência galega, nasceu em Lisboa a 30 de Outubro de 1891. Formou-se em 1921 na Faculdade de Direito de Lisboa e em 1922 entrou para a Associação dos Arqueólogos Portugueses. Foi militante do Partido Republicano Português, colaborou no jornal “O Debate” e foi subdiretor do jornal República, o órgão da oposição à ditadura de Salazar. 

Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI</itunes:summary>
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		<title>Palavras 155 &#8211; Teófilo Braga</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 16:52:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ouviremos, neste programa, as palavras de ouro de Teófilo Braga, autor que nos deixou uma obra monumental nos domínios da poesia, história e crítica literárias, historiografia, etnografia, filosofia e sociologia, política, ficção e tradução. Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, ilha de Santa Maria, Açores. Depois de ter feito os primeiros estudos no liceu de Ponta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouviremos, neste programa, as palavras de ouro de Teófilo Braga, autor que nos deixou uma obra monumental nos domínios da poesia, história e crítica literárias, historiografia, etnografia, filosofia e sociologia, política, ficção e tradução.<br />
Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, ilha de Santa Maria, Açores. Depois de ter feito os primeiros estudos no liceu de Ponta Delgada, veio para o continente em 1861, seguindo para Coimbra, em cuja Universidade fez com distinção o curso de Direito, que completou em 1867, recebendo o grau de doutor em Julho do ano seguinte.<br />
Se quiser lero otexto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_155_teofilo_braga.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<itunes:subtitle>Ouviremos, neste programa, as palavras de ouro de Teófilo Braga, autor que nos deixou uma obra monumental nos domínios da poesia, história e crítica literárias, historiografia, etnografia, filosofia e sociologia, política, ficção e tradução. </itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Ouviremos, neste programa, as palavras de ouro de Teófilo Braga, autor que nos deixou uma obra monumental nos domínios da poesia, história e crítica literárias, historiografia, etnografia, filosofia e sociologia, política, ficção e tradução.
Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, ilha de Santa Maria, Açores. Depois de ter feito os primeiros estudos no liceu de Ponta Delgada, veio para o continente em 1861, seguindo para Coimbra, em cuja Universidade fez com distinção o curso de Direito, que completou em 1867, recebendo o grau de doutor em Julho do ano seguinte. 
Se quiser lero otexto do programa enquanto o ouve, clique AQUI.</itunes:summary>
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		<title>Palavras 154 &#8211; Al Berto</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 16:15:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste programa vamos ouvir poesia de Al Berto Al Berto, de seu nome completo Alberto Raposa Pidwell Tavares nasceu em Coimbra a 11 de Janeiro de 1948 e morreu em Lisboa, com 49 anos. Se quiser ler os texto do programa enquanto o ouve ou copiar alguns dos poemas, clique AQUI.  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste programa vamos ouvir poesia de Al Berto<br />
Al Berto, de seu nome completo Alberto Raposa Pidwell Tavares nasceu em Coimbra a 11 de Janeiro de 1948 e morreu em Lisboa, com 49 anos.<br />
Se quiser ler os texto do programa enquanto o ouve ou copiar alguns dos poemas, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_154_al_berto.html"target="_blank">AQUI</a>.  </p>
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		<itunes:summary>Neste programa vamos ouvir poesia de Al Berto
Al Berto, de seu nome completo Alberto Raposa Pidwell Tavares nasceu em Coimbra a 11 de Janeiro de 1948 e morreu em Lisboa, com 49 anos.
Se quiser ler os texto do programa enquanto o ouve ou copiar alguns dos poemas, clique AQUI.  </itunes:summary>
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		<title>Palavras 153 &#8211; Trindade Coelho</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 20:29:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este “Palavras de Ouro” com o número 153 será preenchido com as palavras douradas de Trindade Coelho. Trindade Coelho, natural de Mogadouro, a sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes, num ambiente tradicionalista que ele fielmente retrata. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de algumas das suas personagens, fazem de Trindade Coelho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este “Palavras de Ouro” com o número 153 será preenchido com as palavras douradas de Trindade Coelho.<br />
Trindade Coelho, natural de Mogadouro, a sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes, num ambiente tradicionalista que ele fielmente retrata. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de algumas das suas personagens, fazem de Trindade Coelho um dos mestres do conto rústico português de que hoje vamos ouvir um exemplo.<br />
Se deseja ler o texto enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_153_trindade_coelho.html"target="_blank">AQUI.</a></p>
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		<itunes:subtitle>Este “Palavras de Ouro” com o número 153 será preenchido com as palavras douradas de Trindade Coelho. Trindade Coelho, natural de Mogadouro, a sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes, num ambiente tradicionalista que ele fielmente retrata.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Este “Palavras de Ouro” com o número 153 será preenchido com as palavras douradas de Trindade Coelho.
Trindade Coelho, natural de Mogadouro, a sua obra reflete a infância passada em Trás-os-Montes, num ambiente tradicionalista que ele fielmente retrata. O seu estilo natural, a simplicidade e candura de algumas das suas personagens, fazem de Trindade Coelho um dos mestres do conto rústico português de que hoje vamos ouvir um exemplo.
Se deseja ler o texto enquanto o ouve, clique AQUI.</itunes:summary>
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		<title>Palavras 152 &#8211; Carlos de Oliveira</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 16:36:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este programa vai ser preenchido com as palavras douradas de Carlos de Oliveira. Carlos de Oliveira nasceu no Belém do Pará, a 10 de Agosto de 1921 e faleceu em Lisboa a 1 de Julho de 1981. Filho de emigrantes portugueses, só viveu no Brasil os dois primeiros anos de vida: em 1923, os seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este programa vai ser preenchido com as palavras douradas de Carlos de Oliveira.<br />
Carlos de Oliveira nasceu no Belém do Pará, a 10 de Agosto de 1921 e faleceu em Lisboa a 1 de Julho de 1981.<br />
Filho de emigrantes portugueses, só viveu no Brasil os dois primeiros anos de vida: em 1923, os seus pais regressam a Portugal, acabando por se fixar na região de Cantanhede, mais precisamente na aldeia de Febres, onde seu pai exercia medicina.<br />
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_152_carlos_oliveira.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<itunes:subtitle>Este programa vai ser preenchido com as palavras douradas de Carlos de Oliveira. Carlos de Oliveira nasceu no Belém do Pará, a 10 de Agosto de 1921 e faleceu em Lisboa a 1 de Julho de 1981. Filho de emigrantes portugueses,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Este programa vai ser preenchido com as palavras douradas de Carlos de Oliveira.
Carlos de Oliveira nasceu no Belém do Pará, a 10 de Agosto de 1921 e faleceu em Lisboa a 1 de Julho de 1981.
Filho de emigrantes portugueses, só viveu no Brasil os dois primeiros anos de vida: em 1923, os seus pais regressam a Portugal, acabando por se fixar na região de Cantanhede, mais precisamente na aldeia de Febres, onde seu pai exercia medicina.
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI.</itunes:summary>
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		<title>Palavras 151 &#8211; 5º Aniversário</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 18:10:32 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Este programa foi gravado e vai estar disponível, hoje, dia 6 de Julho de 2010. Exatamente há cinco anos, neste mesmo dia podia ouvir-se na Internet o primeiro programa do Estúdio Raposa, já com o título de “Palavras de Ouro”. Poucos meses antes tinha nascido nos EUA o &#8220;podecasting&#8221; e o Estúdio Raposa era um dos primeiros a usar essa tecnologia em língua portuguesa.<br />
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_151_quinto_aniversario.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:summary>Este programa foi gravado e vai estar disponível, hoje, dia 6 de Julho de 2010. Exatamente há cinco anos, neste mesmo dia podia ouvir-se na Internet o primeiro programa do Estúdio Raposa, já com o título de “Palavras de Ouro”. Poucos meses antes tinha nascido nos EUA o &quot;podecasting&quot; e o Estúdio Raposa era um dos primeiros a usar essa tecnologia em língua portuguesa.
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI</itunes:summary>
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		<title>Palavras 150 &#8211; Egito Gonçalves</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 13:30:37 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ouvir, neste programa, poesia de Egito Gonçalves, assim como uma pequena nota biográfica.  José Egito de Oliveira Gonçalves nasceu em Matosinhos no dia 8 de Abril de 1920, foi poeta, editor e tradutor e faleceu com 81 anos, no Porto.<br />
Se desejar ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_150_egito_goncalves.html"target="_blank">AQUI</a>:</p>
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		<itunes:summary>Vamos ouvir, neste programa, poesia de Egito Gonçalves, assim como uma pequena nota biográfica.  José Egito de Oliveira Gonçalves nasceu em Matosinhos no dia 8 de Abril de 1920, foi poeta, editor e tradutor e faleceu com 81 anos, no Porto.
Se desejar ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI:</itunes:summary>
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		<title>Palavras 149 &#8211; Raul de Carvalho</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 20:50:12 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste programa mais um grande poeta, quase esquecido: Raul de Carvalho</p>
<p>Raul Maria de Carvalho nasceu em Alvito, Baixo Alentejo, a 4 de Setembro de 1920. As memórias da infância passadas nesse local manifestam-se em todos os seus livros de cunho autobiográfico. Chegou a Lisboa na década de 40 e tornou-se frequentador do café Martinho da Arcada, contactando com personalidades do meio literário.<br />
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <strong><a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_149_raul_carvalho.html"target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
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		<itunes:summary>Neste programa mais um grande poeta, quase esquecido: Raul de Carvalho

Raul Maria de Carvalho nasceu em Alvito, Baixo Alentejo, a 4 de Setembro de 1920. As memórias da infância passadas nesse local manifestam-se em todos os seus livros de cunho autobiográfico. Chegou a Lisboa na década de 40 e tornou-se frequentador do café Martinho da Arcada, contactando com personalidades do meio literário.
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI.</itunes:summary>
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		<title>Palavras 148 &#8211; Pedro Homem de Mello</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 17:02:48 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ouvir, neste programa, trabalhos de um poeta esquecido: Pedro Homem de Mello, poeta, professor, folclorista e uma personalidade da televisão.<br />
Pedro Homem de Mello nasceu no seio de uma família fidalga, filho de António Homem de Mello e de Maria do Pilar da Cunha Pimentel, tendo, desde cedo, sido imbuído de ideais monárquicos, católicos e conservadores. Foi sempre um sincero amigo das arte popular e a sua poesia é disso reflexo. O seu pai, pertenceu ao círculo íntimo do poeta António Nobre.<br />
Se desejar ler o programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_148_pedro_homem_mello.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<itunes:summary>Vamos ouvir, neste programa, trabalhos de um poeta esquecido: Pedro Homem de Mello, poeta, professor, folclorista e uma personalidade da televisão.
Pedro Homem de Mello nasceu no seio de uma família fidalga, filho de António Homem de Mello e de Maria do Pilar da Cunha Pimentel, tendo, desde cedo, sido imbuído de ideais monárquicos, católicos e conservadores. Foi sempre um sincero amigo das arte popular e a sua poesia é disso reflexo. O seu pai, pertenceu ao círculo íntimo do poeta António Nobre.
Se desejar ler o programa enquanto o ouve, clique AQUI.</itunes:summary>
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		<title>Palavras 147 &#8211; Camilo Castelo Branco</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 19:13:57 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos hoje ouvir uma pequena nota biográfica de Camilo Castelo Branco e as primeiras páginas de uma das suas obras mais conhecidas: Eusébio Macário.<br />
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_147_camilo_castelo_branco.html"target="_blank">AQUI</a>.</p>
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		<itunes:summary>Vamos hoje ouvir uma pequena nota biográfica de Camilo Castelo Branco e as primeiras páginas de uma das suas obras mais conhecidas: Eusébio Macário.
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		<title>Palavras 146 &#8211; Uma lenda, uma canção.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:41:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Retomo, neste programa, uma tradição que foi muito apreciada pelos ouvintes do Estúdio Raposa: a leitura de lendas. Escutaremos uma lenda judia. Depois, vamos ouvir a história de uma famosa canção saída do baú de memórias de Maria Odete Coutinho. A música que acompanhará a lenda é de autoria de Luís Pedro Fonseca. Se deseja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retomo, neste programa, uma tradição que foi muito apreciada pelos ouvintes do Estúdio Raposa: a leitura de lendas. Escutaremos uma lenda judia. Depois, vamos ouvir a história de uma famosa canção saída do baú de memórias de Maria Odete Coutinho.<br />
A música que acompanhará a lenda é de autoria de Luís Pedro Fonseca.<br />
Se deseja ler o programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_146_lenda_cancao.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:summary>Retomo, neste programa, uma tradição que foi muito apreciada pelos ouvintes do Estúdio Raposa: a leitura de lendas. Escutaremos uma lenda judia. Depois, vamos ouvir a história de uma famosa canção saída do baú de memórias de Maria Odete Coutinho.
A música que acompanhará a lenda é de autoria de Luís Pedro Fonseca.
Se deseja ler o programa enquanto o ouve, clique AQUI</itunes:summary>
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		<title>Palavras 145 &#8211; Antero de Quental</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 02:20:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O nome de Antero de Quental tornou-se no símbolo de uma geração (a Geração de 70 ou a Geração de Antero) e é referência obrigatória na poesia, no ensaio filosófico e literário, no jornalismo, mas também nas lutas pela liberdade de pensamento e pela justiça social, onde se afirmou como ideólogo destacado. Hoje, no Palavras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nome de Antero de Quental tornou-se no símbolo de uma geração (a Geração de 70 ou a Geração de Antero) e é referência obrigatória na poesia, no ensaio filosófico e literário, no jornalismo, mas também nas lutas pela liberdade de pensamento e pela justiça social, onde se afirmou como ideólogo destacado. Hoje, no Palavras de Ouro, falamos de Antero de Quental.<br />
Se deseja ler o programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_145_antero_quental.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:summary>O nome de Antero de Quental tornou-se no símbolo de uma geração (a Geração de 70 ou a Geração de Antero) e é referência obrigatória na poesia, no ensaio filosófico e literário, no jornalismo, mas também nas lutas pela liberdade de pensamento e pela justiça social, onde se afirmou como ideólogo destacado. Hoje, no Palavras de Ouro, falamos de Antero de Quental.
Se deseja ler o programa enquanto o ouve, clique AQUI</itunes:summary>
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		<title>Palavras 144 &#8211; António Feijó</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 23:31:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ouvir poesia do poeta parnasiano, António Feijó.<br />
Se deseja ler o programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_144_antonio_feijo.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<title>Palavras de Ouro 143 &#8211; Luís de Camões</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 18:15:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Luís de Camões volta a emprestar-me as suas palavras para mais um Palavras de Ouro. Não será arriscado dizer que, para muitos Portugueses, referir a obra de Luís de Camões será recordar, apenas, os Lusíadas.  Camões, porém, tem outras obras: “Auto dos Anfitriões” e “Auto do Filodemo” publicadas em 1587, “Rimas” em 1595 e “Auto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luís de Camões volta a emprestar-me as suas palavras para mais um Palavras de Ouro. Não será arriscado dizer que, para muitos Portugueses, referir a obra de Luís de Camões será recordar, apenas, os Lusíadas.<br />
 Camões, porém, tem outras obras: “Auto dos Anfitriões” e “Auto do Filodemo” publicadas em 1587, “Rimas” em 1595 e “Auto de el-Rei Seleuco”, publicado em 1645. É desse trabalho, para além dos “Lusíadas” que vamos ouvir alguma poesia, nomeadamente cinco dos seus sonetos de amor.  Entretanto, alguns dados biográficos de Luís de Camões. Nunca será de mais repetir o essencial da sua biografia.<br />
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, ou copiar os poemas, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_143_luis_camoes.html"target="_blank">AQUI.</a></p>
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		<itunes:subtitle>Luís de Camões volta a emprestar-me as suas palavras para mais um Palavras de Ouro. Não será arriscado dizer que, para muitos Portugueses, referir a obra de Luís de Camões será recordar, apenas, os Lusíadas.   Camões, porém,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Luís de Camões volta a emprestar-me as suas palavras para mais um Palavras de Ouro. Não será arriscado dizer que, para muitos Portugueses, referir a obra de Luís de Camões será recordar, apenas, os Lusíadas. 
 Camões, porém, tem outras obras: “Auto dos Anfitriões” e “Auto do Filodemo” publicadas em 1587, “Rimas” em 1595 e “Auto de el-Rei Seleuco”, publicado em 1645. É desse trabalho, para além dos “Lusíadas” que vamos ouvir alguma poesia, nomeadamente cinco dos seus sonetos de amor.  Entretanto, alguns dados biográficos de Luís de Camões. Nunca será de mais repetir o essencial da sua biografia.
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, ou copiar os poemas, clique AQUI.</itunes:summary>
		<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>Palavras 142 &#8211; Mário-Henrique Leiria</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 00:51:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vamos ouvir poesia do autor surrealista português, Mário-Henrique Leiria, que nasceu em Lisboa em 1923 e faleceu em Cascais com 57 anos, Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ouvir poesia do autor surrealista português, Mário-Henrique Leiria, que nasceu em Lisboa em 1923 e faleceu em Cascais com 57 anos,<br />
Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_142_mario_henrique_leiria.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:subtitle>Vamos ouvir poesia do autor surrealista português, Mário-Henrique Leiria, que nasceu em Lisboa em 1923 e faleceu em Cascais com 57 anos, Se quiser ler o texto do programa enquanto o ouve, clique AQUI</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Vamos ouvir poesia do autor surrealista português, Mário-Henrique Leiria, que nasceu em Lisboa em 1923 e faleceu em Cascais com 57 anos,
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		<itunes:author>Luis Gaspar</itunes:author>
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		<title>Palavras de Ouro 141 &#8211; Olavo Bilac</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 22:53:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sendo este um programa de divulgação de autores em língua portuguesa, confesso que não apresento, com a frequência desejável, autores de outras pátrias que não a portuguesa. Hoje, neste programa, um remendo nesta falta, com a poesia de um grande poeta brasileiro: Olavo Bilac. Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo este um programa de divulgação de autores em língua portuguesa, confesso que não apresento, com a frequência desejável, autores de outras pátrias que não a portuguesa. Hoje, neste programa, um remendo nesta falta, com a poesia de um grande poeta brasileiro: Olavo Bilac.<br />
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_141_olavo_bilac.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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		<itunes:summary>Sendo este um programa de divulgação de autores em língua portuguesa, confesso que não apresento, com a frequência desejável, autores de outras pátrias que não a portuguesa. Hoje, neste programa, um remendo nesta falta, com a poesia de um grande poeta brasileiro: Olavo Bilac.
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve clique AQUI</itunes:summary>
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		<title>Palavras 140 &#8211; Adélia Prado</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 09:06:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O brilho das palavras douradas deste programa, fui pedi-lo emprestado à poeta brasileira Adélia Prado. Nas palavras de Carlos Drummond de Andrade: &#8220;Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis&#8221; Se deseja ler o texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brilho das palavras douradas deste programa, fui pedi-lo emprestado à poeta brasileira Adélia Prado. Nas palavras de Carlos Drummond de Andrade: &#8220;Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis&#8221;<br />
Se deseja ler o texto do programa enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_140_adelia_prado.html"target="_blank">AQUI.</a></p>
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		<itunes:subtitle>O brilho das palavras douradas deste programa, fui pedi-lo emprestado à poeta brasileira Adélia Prado. Nas palavras de Carlos Drummond de Andrade: &quot;Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens,</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O brilho das palavras douradas deste programa, fui pedi-lo emprestado à poeta brasileira Adélia Prado. Nas palavras de Carlos Drummond de Andrade: &quot;Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis&quot;
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		<title>Palavras 139 &#8211; José Craveirinha</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 19:30:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este programa será preenchido com poesia do poeta moçambicano José Craveirinha, considerado o poeta maior de Moçambique. Em 1991, tornou-se o primeiro autor africano galardoado com o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Se deseja ler o texto do programam enquanto o ouve, clique AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este programa será preenchido com poesia do poeta moçambicano José Craveirinha, considerado o poeta maior de Moçambique. Em 1991, tornou-se o primeiro autor africano galardoado com o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa.<br />
Se deseja ler o texto do programam enquanto o ouve, clique <a href="http://www.truca.pt/raposa_textos/palavras_139_jose_craveirinha.html"target="_blank">AQUI</a></p>
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			<itunes:subtitle>Este programa será preenchido com poesia do poeta moçambicano José Craveirinha, considerado o poeta maior de Moçambique. Em 1991, tornou-se o primeiro autor africano galardoado com o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Este programa será preenchido com poesia do poeta moçambicano José Craveirinha, considerado o poeta maior de Moçambique. Em 1991, tornou-se o primeiro autor africano galardoado com o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa.
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