07.09.2007
A mente doente desta personagem criada por Gógol, continua a deixar, num diário, episódios da sua vida de funcionário público.
Aqui, neste espaço, arrancam-se as palavras do papel e dizem-se, soprando-lhes vida nova, fazendo-as flutuar em sonoras centelhas de luz. Recitar realiza, quebrando o silêncio, aquilo que o silêncio pretende e não consegue.